quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Pequenas Passagens

























Três imagens da temporada de 1967.

Em destaque John Surtees.

Talentoso, austero e dedicado.

Sobre ele, Graham Hill disse certa vez:

"Ainda bem que Surtees fez um contrato com a Honda.

Somente os japoneses poderão aguentar seu ritmo de trabalho".

Soturno

















































Bom dia petrolheads!

E aí?

Alguém saberia dizer que lugar é esse que aparece na imagem acima?

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Rascunho Cavuca
















Vermelha e branca??

Por que não?

Atualmente a Honda é a maior patrocinadora de uma equipe de Fórmula 1.

Mas isso é uma questão menor.

A principal é o motor.

O desempenho deste poderá decidir o destino de Fernando Alonso.

Stephen Fitzpatrick (Manor) tem viagem marcada para Indonésia nesta semana.

Vai decidir de uma vez por todas se Rio Haryanto será ou não piloto de sua
equipe.

Para escrever o Rascunho a gente sempre procura algo a mais.

Informações que possam acrescentar e nos ajudar a entender um pouco mais
esse intricado mundo da Fórmula 1.

Cavuca.

Veja por exemplo o caso de Baku.

O Azerbaidjão receberá pela primeira vez a categoria máxima do automobilismo
nesta temporada.

Foi anunciado um contrato de dez anos.

Aí você descobre que na verdade são cinco + cinco.

Os primeiros cinco anos são obrigatórios e sujeitos a multas no caso de quebra
contratual.

Os outros cinco são opcionais.

A taxa anual cobrada pela FOM é de 30 milhões de euros.

Valor que facilmente dobra se pensarmos em todos os custos para realização
de um GP.

Mais?

O país ainda sofre forte influência da Rússia por conta do petróleo.

Vladimir Putin controla o vizinho com mão de ferro.

E suas boas relações com Bernie Ecclestone devem ter facilitado muito a
chegada da F1 por lá.

Mais ainda?

Fique sabendo que Flavio Briatore é o idealizador da corrida de Baku.

Sim.

Interessante como o empresário italiano está perto e longe ao mesmo tempo.

Talvez nunca mais o veremos numa escuderia.

Houve uma última tentativa quando tentou ocupar o lugar deixado por Stefano
Domenicali em 2014.

Um erro.

Mal sabia ele que naquela mesma temporada Alonso estava sendo varrido e
qualquer pedido do asturiano se tornaria irrelevante.

Quanto mais exigências!

Nada (e nem ninguém) atrapalharia a chegada de Sebastian Vettel.

Por fim.

A assinatura de Kevin Magnussen com a Renault ofuscou a saída de outro
piloto dinamarquês.

Marco Sorensen não conseguiu se manter como piloto de reserva ou de
testes depois da mudança Lotus / Renault.

Indignado, ele colocou a boca no mundo.

Entregou que Carmen Jordá chegou a ser 12 segundos mais lenta que ele
nos simuladores de Enstone.

Sem dinheiro (perdeu o patrocínio da Saxo Bank), Sorensen ficou também
sem espaço dentro do time.

Pena.

Se tivesse recursos, com a saída de Maldonado, ele poderia almejar até
mesmo a titularidade.

Coisas da vida!

E Carmen Jordá?

Quais as razões de mantê-la?

São duas.

A primeira é a exposição que a piloto traz por motivos óbvios.

E vou te contar que a Renault está priorizando mais o marketing do que
os títulos.

A segunda é dinheiro.

Carmem (com certeza) traz recursos para a Renault.

A vaga não é gratuita.

Quanto?

Aí que está a parte mais divertida!

Pode deixar que logo a gente descobre.  

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Tá doido!


???

Rascunho N























Ele mesmo.

Ayrton Senna se preparando para temporada de 1994.

Circuito de Paul Ricard.

Novas?

Estão cravando Pascal Wehrlein na Manor.

O que seu sei?

Que o americano Alexander Rossi está bem confiante.

E que Rio Haryanto estaria apenas aguardando uma resposta da equipe.

Piers Hunnisett, seu empresário, trabalha 24 horas por dia para que se
confirme uma boa notícia para o piloto da Indonésia.

Através de Cyril Abiteboul, a Renault confirmou que Esteban Ocon estará
presente em todos os GPs e que também participará de alguns treinos livres.

O que ele não disse é que nessas oportunidades Ocon irá sempre substituir
Jolyon Palmer.

Está claro que na briga interna da Renault Kevin Magnussen terá vantagem
sobre seu companheiro novato nesta temporada.

Ainda no assunto Renault, a informação é que a fábrica do diamante invista
algo em torno de 1 bilhão de euros (num período de dez anos) na categoria
máxima do automobilismo.

Tudo isso para vencer nas pistas e impulsionar as vendas de seus segmentos
esportivos e de luxo.

Com orçamento médio (previsto) de 300 milhões de euros para as próximas
temporadas, não é de se espantar que os franceses estejam atrás de um líder
para suas campanhas futuras.

A Renault mira as estrelas.

E quer uma delas num de seus cockpits.

Haas e Ferrari vão realizar no mesmo dia seus 100 km de filmagens.

A coisa vai rolar em Barcelona mesmo, um dia antes do início dos testes.

Pastor Maldonado contou que está com muitas propostas para seguir carreira
no automobilismo e que em breve irá revelar seu destino.

Por fim.

Se eu fosse apostar na entrada de um novo fabricante na Fórmula 1?

Diria o nome da Hyundai.

Por que?

Explico.

Sob o comando de Albert Biermann (que foi por décadas o chefe da divisão de
motorsport da BMW), a marca sul-coreana deverá investir forte no automobilismo
nos próximos anos para divulgar sua seção de alto desempenho batizada de N.

Estamos falando de bilhões de euros.

No plural mesmo.

E não se engane, nada traz mais exposição que a categoria máxima do automobilismo.

Estamos de olho.















sábado, 6 de fevereiro de 2016

Start


























Mônaco.

Início dos anos 70.

Alguém saberia dizer quem são os dois pilotos na primeira fila?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Pequenas Passagens




















Por mais de dez anos ele foi o porta voz do exército vermelho.

O chefe de comunicação.

Apesar de ser considerado rígido pelos jornalistas, Luca Colajanni
sempre foi muito correto em suas atribuições.

Realizou um trabalho dificílimo.

Pois tudo que sai da Ferrari ganha proporções épicas.

Pra termos uma ideia, ele gerenciou as falas de figuras como Michael
Schumacher e Fernando Alonso.

(o segundo era mais complicado por combinar uma coisa e dizer outra)

Lidar com as mensagens da Scuderia Italiana para o mundo necessita
cuidado.

Mas ele é lembrado com elogios.

Era da turma de Aldo Costa, Stefano Domenicalli...

Bons profissionais que não estão mais lá.

Depois?

Colajanni passou pela Marussia e a modernosa Fórmula E.

Certa vez ele organizou um entrevista em Fiorano.

Profissionalismo extremo.

Tudo preparado.

Imprensa ansiosa.

Raikkonen.

(querido, mas quase sempre mudo - um pesadelo para o assessor)

Antes de começar, o finlandês pede para ir ao banheiro.

Demora.

E vem a descoberta.

Kimi fugiu pela janela e foi embora.

Alguns trabalhos são mais complicados que outros, não?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Rascunho Jaune




































Dia especial para a Renault!

Um retorno.

Vamos ao que interessa saber?

Os pilotos tiulares da escuderia francesa serão Kevin Magnussen e Jolyon
Palmer.

Esteban Ocon será o reserva.

Lembrando que Ocon (que derrotou Max Verstappen na GP3) ainda está
vinculado a Mercedes sob contrato.

Carmen Jordá continua responsável pela parte de desenvolvimento.

Ela diz que nesta temporada estará correndo também em outra categoria.

A tal outra categoria que a jovem deverá desembarcar é a Fórmula E.

Quanto aos patrocinadores conseguimos ver as chiques Devialet (acústica)
e a relojoaria francesa Bell & Ross.

Também marcaram presença na carenagem a Jack & Jones (Bestseller),
EMC, Microsoft, Total, Infiniti, Gravity e Genii, as duas últimas da
Genii Capital.

As áreas ocupadas pela PDVSA no ano passado?

Na tampa do motor foi substituída pela Infiniti, porém a asa traseira ficou
sem nada escrito.

Possivelmente sendo negociada ainda com a Total.

Na parte técnica vale destacar a chegada de Bob Bell  que foi uma das
cabeças responsáveis pelo sucesso da Mercedes.

Outra coisa.

O programa de jovens pilotos foi ressuscitado.

A Renault Sport Academy dará apoio nesta temporada as promessas
Oliver Rowland, Jack Aitken, Louis Deletraz e Kevin Jore.

Por enquanto não está claro quem será o responsável por essa parte.

No passado Flavio Briatore iniciou um projeto similar em 2001, o Renault
Driver Development.

Depois do Muro de Cingapura, já sob o comando da Genii, a Lotus repetiu
a ideia com sua Lotus Renault Academy de 2011.

Caçando jovens talentos onde estivesse o dinheiro (China, Brasil...).

Todos os programas anteriores gerenciavam as carreiras dos pilotos.

Algo que poderá ser terceirizado e cair nas mãos de Nicolas Todt.

As cores?

Nada demais.

O carro apresentado é um modelo do ano passado com um bico que não
foi utilizado.

E o amarelo será a cor predominante quando os bólidos alinharem para o
GP da Austrália.

A briga.

Kevin Magnussen esteve com seu novo engenheiro dias atrás.

Houve um forte desentendimento entre os dois.

Tanto que chegaram as vias de fato!

Testemunhas falaram da arrogância do jovem dinamarquês.

Estranho.

Porém já aconteceu um aperto de mãos.

Foi revelado que a Ferrari fez uma proposta para que a Red Bull e Toro
Rosso utilizassem motores da Alfa Romeo.

O plano de Sergio Marchionne era introduzir a tradicional marca italiana
de volta a categoria máxima do automobilismo.

A coisa seria desenvolvida pela própria Scuderia Italiana mas seria diferente
do utilizado por Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen.

Além de ajudar nos custos, a Red Bull poderia opinar na construção.

A história oficial é que o pessoal do energético achou muito caro.

A verdade?

A Red Bull sabe que a Ferrari nunca permitiria que um motor saísse de
Maranelo para bater seus carros vermelhos.

Mais.

Christian Horner não quer dividir com os italianos as descobertas feitas
em Milton Keynes por Mario Illien.

Assim, nada feito!

Max Chilton se move para Indy.

O ex-piloto da F1 comprou sua vaga na Chip Ganassi.

Será companheiro de Scott Dixon, Tony Kanaan e Charlie Kimball.

Honda coloca mais dinheiro na McLaren.

E Ron Dennis concorda em mudar suas cores a pedido dos japoneses.























Vermelho e Branco.

Vamos conferir.

Lembra da história de um outro piloto russo na Fórmula 1?

Pois bem.

A Force India assinou com Nikita Mazepin.

O menino de 16 anos se destaca por ser herdeiro de uma fortuna de
4 bilhões de dólares.

Tava reparando que quem está sem um piloto reserva é a Williams.

Para assumir mesmo, caso aconteça um problema com Bottas ou Massa.

Por fim.

Um conto.

Em 2013 Sebastian Vettel estabeleceu sua base salarial com a Red Bull
para as anos seguintes.

A cada temporada  o time austríaco acrescentaria 4 milhões de euros aos
vencimentos do piloto alemão.

Pelas contas, Vettel chegaria em 2017 ganhando 34 milhões de euros.

Aí chegaram as propostas.

Em abril de 2014 (entre os GPs do Bahrein e China) a Ferrari disse ao
tetra campeão que o queria vestindo vermelho.

Em julho (GPs da Inglaterra e da Alemanha) a McLaren também chama
Sebastian para conversar.

Entre salário e premiações os ganhos chegariam a algo em torno de 50
milhões de euros anuais.

Pra definir.

Ron Dennis quer um líder para receber a Honda.

Entretanto Vettel quer a Ferrari.

Agradece a proposta de Woking e avisa a Red Bull sobre o assédio e que
irá sair.

Mas o piloto quer ser valorizado.

Assim ele mostra para a Ferrari os números da Red Bull e McLaren.

A Scuderia Italiana entende a necessidade, aumenta sua aposta e leva o
contrato para ele assinar no Japão.

Vettel coloca seu nome no papel e vincula seu talento ao time italiano
por três temporadas (2015 - 2016 - 2017).

Entre salário fixo e premiações (vitórias, títulos) ele poderá chegar a
receber algo próximo de 180 milhões de euros nesses três anos.

E nem tem empresário...