segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Overtake



Se piscar o olho, perde!

Sebastian Vettel passando Max Verstappen em Abu Dhabi.

Esses caras são extraordinários.

sábado, 14 de outubro de 2017

Tá Doido!






















Parece até que as coisas não estão ligadas, mas por conta das mazelas de
Fernando Alonso na McLaren...

Jolyon Palmer perdeu seu lugar na Renault e não poderá terminar a temporada.

Carlos Sainz Jr. ganhou sua chance numa equipe de fábrica.

Robert Kubica viu escapar uma grande oportunidade de retorno.

E o vencedor das 24 horas de Le Mans, Bredon Hartley, vai poder realizar seu
sonho de participar de um GP de Fórmula 1.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A Mais-Valia de Alonso





























Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.

O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.

Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.

O que está pegando aqui é o dinheiro.

A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.

A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.

A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.

Um detalhe importante.

Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.

Assim.

Ganharam um motor mais promissor.

Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.

Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.

Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.

Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.

Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.

Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.

Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.

Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.

Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.

Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.

Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.

Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.

Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.

Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.

A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.

OK.

Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?

Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.

(no caso, 25 milhões de euros)

E a McLaren.

Zak Brown está cortando na carne.

Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.

Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.

Alonso quer liberdade.

Em tudo.

Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.

Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.

Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.

A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.

Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).

O mundo gira.

É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.

Dispensada por Maranello.

Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.





terça-feira, 10 de outubro de 2017

Japão - 2017

























O final de semana da Fórmula 1 na Terra do Sol Nascente prometia.

Os treinos livres foram movimentados.

E duas das três principais equipes fizeram opções inusitadas para o qualifying.

Diferente de Spa-Francorchamps (pista com características semelhantes)
Mercedes e Red Bull escolheram colocar mais downforce.

Enquanto que a Ferrari foi pelo mesmo caminho escolhido na Bélgica.

Mas a Scuderia Italiana não conseguiu brigar pela pole.

(diferente de Singapura e Malásia)

Com a potência da unidade de força fazendo diferença devido ao traçado
de Suzuka, a Mercedes com seu motor número quatro teve mais tranquilidade.

Lewis Hamilton fez a diferença no setor onde o motor importava mais.

Sabendo da punição de Valtteri Bottas, Sebastian Vettel arriscou tudo tentando
tirar alguns décimos.

Podia.

Sem uma unidade de força ideal a Red Bull não tinha como alcançar a Ferrari.

A aposta maior de Vettel ficaria para a corrida.

Sua simulação de corrida com pneu amarelo da Pirelli foi fortíssima.

Raikkonen, com o vermelho (supermacio), havia ficado bem perto dos tempos
de Lewis.

Ainda no sábado, ao terminar a classificação, a Mercedes imediatamente trocou
uma das velas do bólido de Hamilton.

Antes das luzes vermelhas serem apagadas o time de Toto Wolff já havia largado
na frente.

O mesmo problema atingiria a Ferrari de Vettel.

No grid foi impossível resolver.

Por diversas razões.

Gina tem um envelopamento melhor dos que as Flechas de Prata.

Principalmente na parte de trás.

Entretanto o "aperto" dificulta na hora de se mudar algo imprevisto.

O que normalmente se troca em 15 minutos, leva 40.

Com apenas cinco cilindros funcionando, Vettel ficou sem potência.

Abandonar foi questão de tempo.

O duelo ficaria entre Hamilton e Max Verstappen com uma surpreendente
Red Bull.

Sem problema com temperatura, o W08 foi bem na primeira parte da prova.

O drama veio na segunda parte.

O pneu amarelo não funcionou para Lewis como deveria.

(lembra da simulação de corrida da Ferrari?)

Com o tanque mais leve (menos combustível) a Mercedes viu o carro de Lewis
se comportar de forma bem diferente ao de Bottas que largou com o mesmo
composto.

Acontece que o carro mais pesado de Valtteri (mais gasolina) assentou melhor
no começo da prova com o soft (amarelo).

Verstappen aproveitou para sonhar com a vitória.

Protegendo Hamilton, Valtteri (com razão) e Alonso (?!?) seguraram Max.

Cada um no seu momento.

E assim Lewis venceu.

Daniel Ricciardo completou o pódio.

Valtteri "Kovalainen" Bottas e "Heikki" Kimi Raikkonen chegaram em seguida.

(o papel de coadjuvantes entristece)

Em ordem (obedecidas) Esteban Ocon e Sergio Perez colocaram a Force India
nos pontos.

O agressivo (é um elogio) Kevin Magnussen e (o lutador) Romain Grosjean
trouxeram a bandeira da Haas.

Felipe Massa fechou a lista daqueles que pontuaram.

Adeus para Jolyon Palmer.

(apesar do contrato, a pressão devia estar insuportável dentro da Renault)

E grande mudança para Carlos Sainz Jr.

A briga no meio do mundial de construtores está intensa.

Williams, Toro Rosso, Haas e Renault lutam pela quinta posição.

No mundial de pilotos, só uma combinação maluca tira o campeonato de Hamilton.

E devolve o sono para Maurizio Arrivabene.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Japonesas





























Retratos.

Onde está Wally?

A tradição de tomar café da manhã sempre juntos.

A simbólica roda.

E a dor.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dissonia

























Cuidado.

Pois é sempre difícil falar do futuro.

Cenários desenhados costumam mudar.

Acontece.

Mas é impossível deixar passar em branco as movimentações nos bastidores.

A Red Bull sabe que Max Verstappen está no mercado.

Para 2019.

A Ferrari tem tudo para ser seu destino final.

Já há uma proposta em torno de 25 milhões de euros por temporada.

Acordo plurianual.

Formando uma dupla fortíssima com Sebastian Vettel.

Sonho antigo.

Lembro que Maranello tentou ter em sua casa Seb e Fernando Alonso.

O espanhol deveria ficar com Felipe Massa apenas uma temporada...

(lembre que o brasileiro teve seu lugar ameaçado também por Robert Kubica)

Independente de qualquer decisão sobre Max, Vettel segue o plano.

Reconquistar o mundo novamente quatro vezes seguidas.

(2017-20)

Desta vez com a Scuderia Italiana.

Existem outros ruídos vindos de Milton Keynes.

Daniel Ricciardo está sob contrato até 2018.

O time dos energéticos se move para buscar uma alternativa para seu nome.

Assim como Verstappen, o australiano tende a trocar suas cores.

Uma voz me diz para olhar para a McLaren.

Porém o apelo de um time de fábrica deve falar mais alto.

Eu acredito que o cockpit da Renault estará esperando o garoto sorridente.

Como Carlos Sainz Jr. será apenas emprestado para os franceses, retornará
para a Red Bull ocupando uma das vagas.

Tudo isso apenas analisando o plano de fundo que está ainda num rascunho.

Efeito da insone corrida de madrugada?

Pode ser.

Em 2013 foi assim também.

Clique aqui para Lembrar

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Clipping


























Uns anos atrás...

Ferrari

As atualizações feitas pelos italianos nas últimas provas mostraram que houve
uma mudança na liderança da corrida armamentista.

O carro vermelho é melhor hoje.

Além das melhorias aerodinâmicas, o bólido da Scuderia Italiana possui agora
um sistema de refrigeração mais eficiente.

O que significa uma margem maior para ganho de potência.

A equipe parece ter achado também o equilíbrio na suspensão.

Havia dificuldade para achar o acerto ideal.

O que justifica a diferença de performance entre Spa-Francorchamps e Monza.

Vettel está utilizando todas as inovações.

Criadas debaixo de sua tutela para seu estilo de pilotagem, o piloto alemão se
adaptou rapidamente.

Já Kimi Raikkonen encontrou dificuldades.

O preferiu continuar com a suspensão tradicional.

As duas soluções funcionam.

Houve também alteração no centro de gravidade dos carros.

Ao conseguir baixar o centro de gravidade a Ferrari alcança uma melhor
performance.

E os problemas da Malásia?

O tipo de composto utilizado é a causa.

Houve fadiga de material numa mangueira de carbono em ambos os carros.

A FIA autorizou o reforço, sem penalidade, para que melhore a confiabilidade.

Na visão de Sebastian, o título está em aberto pois ele acha que pode vencer
em todas as etapas daqui até o final.

De qualquer forma a Ferrari tem uma boa base para trabalhar em 2018.

É inegável notar que a presença de Vettel alterou os rumos da Scuderia Italiana.

O fato do time entregar Gina ao seu gosto, mostra seu trabalho e influência.

Ao enfrentar os problemas sem desqualificar seus engenheiros e técnicos e sim
reconhecendo o esforço, traz cumplicidade entre as partes.

Perdemos juntos e vencemos juntos.

Uma filosofia que lembra Michael Schumacher.

Trabalho incessante.

Época em que a Ferrari podia testar e ocupava quatro circuitos ao mesmo tempo
para cavar décimos de segundos.

E colecionar vitórias.

Red Bull e Renault

Max Verstappen venceu.

O time dos energéticos colocou a conquista na conta da aerodinâmica.

Parece que o carro se move sem qualquer unidade de força...

Limites

Falando nisso.

Amarrado pelo contrato, Max Verstappen espera por 2018.

No ano que vem a Red Bull precisará cumprir cláusulas de desempenho para
manter o piloto holandês.

Os interessados no passe do jovem estarão atentos.

Poder

A Renault quer estar entre as grandes.

Apesar do ruído das adversárias, o tal Budkowski está indo mesmo para as
fileiras francesas.

A resposta para a insatisfação dos outros?

"Não estamos aqui para fazer amigos."

A empresa também vai alocar mais recursos em seu time de fábrica em 2018.

É a Renault entornando dinheiro na Fórmula 1.

Cadeiras

A Williams vai testar Robert Kubica e Paul di Resta.

Felipe Massa ainda é favorito para a vaga.

(as fontes dizem que a família Stroll não pode opinar no assunto)

Na Toro Rosso, Franz Tost queria na próxima temporada ceder o lugar de
Daniil Kvyat para Pascal Wehrlein.

(Wehrlein que conta com grande apoio de Toto Wolff na Williams)

Helmut Marko é contra.

Pierre Gasly deverá voltar para a Super Fórmula japonesa e Kvyat poderá
mostrar algum serviço em Austin.

Para não passar em branco.

Há um ruído.

Da Honda com Kubica e Toro Rosso.

O polonês foi muito bem no simulador de Milton Keynes.

Malaias

Valtteri Bottas foi sacrificado duas vezes.

Com o pacote aerodinâmico que não funcionou.

E ainda com a missão de segurar Vettel.

(obrigando o alemão a adiantar seu pit)

Daniel Ricciardo também não foi o mesmo.

Na comparação com Verstappen.

Explico.

O australiano usou o modelo antigo de suspensão e o seu companheiro o novo.

Em Suzuka ambos estarão com equipamentos iguais.

Por Fim

Depois da Caterham, foi a vez do GP da Malásia sumir do calendário.

A China quer outra etapa.

Tudo indica que com o novo acesso ligando a Hong Kong o destino deverá
ser Macau.











terça-feira, 3 de outubro de 2017

Malaias





























Retratos.

O crepúsculo do GP da Malásia.

Azul, mas a força é Ferrari.

O bueiro que quase matou Romain Grosjean e deu um prejuízo de 750.000 euros
para a Haas.

E o guarda-chuva da sorte (?) de Toto Wolff.

Por fim.

A tendência (90%) é que tudo permaneça como está em 2018...


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Malásia - 2017

























Sim, existe o medo.

E Max Verstappen usa isso em seu favor.

Lewis Hamilton e Sebastian Vettel têm tudo a perder.

Assim o piloto holandês não hesita em disputar posições.

Se quiser bater, o problema é dos outros.

Nas primeiras corridas da temporada avisei sobre os intrépidos.

Fato é que a Red Bull achou um caminho de desenvolvimento.

A Ferrari está liderando a corrida armamentista.

O bólido da Scuderia Italiana é imbatível.

Hoje, OK?

Está tropeçando em seus próprios pneus.

Se parar com os erros, poderemos ter um final de campeonato mais apertado.

Sim.

A Mercedes segue favorita com Lewis e seus 34 pontos de vantagem.

Entretanto o W08 causa preocupação.

Está claro que a máquina prateada só funciona 100% em certas condições.

Asfalto menos abrasivo, temperaturas mais baixas e quando há menos exigência
de downforce.

Explicando.

As pistas com maior rugosidade e que exigem que se ande na trilha favorecem de
forma impressionante a Red Bull e a Ferrari.

A Mercedes escorrega direto.

O que causa um pior aproveitamento dos pneus.

Temperaturas de asfalto mais altas fazem as Flechas de Prata sobreaquecerem
as borrachas da Pirelli.

(recorde que a chuva em Singapura fez Hamilton ressuscitar)

A exigência de downforce trava o W08 e o coloca em maus lençóis contra suas
adversárias diretas.

Pra piorar, o pacote aerodinâmico que o time trouxe para a Malásia foi uma lástima.

Hamilton ficou até as duas da manhã de sábado com seus engenheiros restaurando
a configuração antiga.

Valtteri Bottas teve que se virar com as novidades mesmo.

Fora que Lewis por ser mais rápido que seu companheiro quase sempre consegue
um desempenho melhor em meio aos problemas.

A Mercedes está perdendo a guerra das atualizações.

O que pode indicar que o W08 chegou ao seu limite.

Na prova, tivemos um Daniel Ricciardo bem agressivo contra Bottas no início.

Depois se apagou.

Sebastian Vettel veio da última posição escalando o pelotão.

Um a um seus adversários iam sendo ultrapassados.

Quer saber um segredo?

Gina estava com o mínimo de combustível possível.

Quando chegou na Red Bull de Ricciardo teve que levantar o pé.

Teve que diminuir o consumo para poder completar a prova.

Nunca houve chance real de pódio.

O acidente com Stroll após a corrida foi esquisito.

A caixa de câmbio está ilesa (segundo foi verificado em Maranello) e vai
para o Japão.

O teste final será no primeiro treino livre de Suzuka.

O resto.

Sergio Perez foi o primeiro da outra divisão com a Force India.

Stoffel Vandoorne foi favorecido com as doidices da Williams.

Stroll e Massa ficaram em oitvo e nono respectivamente por ordem da equipe.

E Esteban Ocon fechou a turma dos pontos.

O estreante Pierre Gasly sumiu depois de boa classificação.

E aquele bueiro que quase matou Romain Grosjean na sexta-feira?

Fernando Alonso?

Merece um post.

(breve)

Por fim.

Espionagem.

Sinal de receio.