domingo, 24 de setembro de 2017

Michael Andretti


























Cenas da passagem de Michael Andretti pela Fórmula 1.

Desastrosa.

Despedido antes do final da temporada de 1993.

Humilhado.

Chegou a andar próximo aos tempos de Ayrton Senna em alguns testes.

Depois tudo desabou.

O piloto americano não conseguia entender.

A McLaren tinha uma explicação.

Simples.

Dizia que Senna nunca andava no limite quando testava.

Michael tem outra teoria.

Acha que foi sabotado na categoria.

Um plano sórdido para desmerecer a Indy e seus pilotos.

Bernie Ecclestone?

Como saber?

Andretti voltou em 1994 para a categoria americana com a Chip-Ganassi.

Sua casa.

Tinha algo a provar.

Venceu a primeira etapa em Surfers Paradise.

Derrotou o leão Nigel Mansell no circuito australiano.

O atual campeão.

O homem que unificou os títulos das Indy e da Fórmula 1.

Michael ficou feliz.

"Uma das minhas maiores vitórias."

Declarou.

Deve ter sido.

Em todos os sentidos.

sábado, 23 de setembro de 2017

Feito





























Imagens de um final de semana em Mônaco.

1975.

Emerson Fittipaldi estava entusiasmado com seu time após a prova.

"Felizmente os mecânicos da McLaren estavam organizados e bem treinados.

Assim puderam marcar um recorde na troca de pneus da Fórmula 1:

25 segundos!"

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Rex Mays 300 - Riverside
























Imagens raras.

1967.

As 300 milhas de Riverside.

Uma beleza esses carros, não?

No grid de largada: Mario Andretti, Jim Clark e John Surtees.

Nomes de peso.

Só que o autódromo de Riverside, aquele que foi demolido para dar lugar
a um Shopping Center, era conhecido por ser a casa de Dan Gurney.

Havia motivo para se falar assim.

Foi por causa de uma corrida ali, dez anos antes, que Gurney foi contratado
pela Ferrari.

Nos anos em que esteve na Europa venceu na Fórmula 1 e nas 24 horas 
de Le Mans.

Claro que não faria feio em seu lar.

Pelo contrário.

Apesar dos adversários, venceu e deu um show.

Foi mais uma prova de seu talento absurdo.

Talvez o único piloto ao mesmo tempo admirado e temido por Jim Clark
em seu reinado nas pistas.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Singapurenses



 Retratos.

As luzes fantásticas da corrida noturna.

Alegria pelo milagre.

O calor é um fato.

29, 31, 28...


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Frames


































O acidente de Cingapura.

Quadro a quadro.

Primeira Imagem

Vettel e Verstappen largam e direcionam os bicos de seus carros buscando
o centro da pista.

Um quer tomar a frente do outro.

Fernando Alonso toma a mesma atitude ao sair melhor que Bottas.

Kimi parte com tudo e está na sombra de Max.

Segunda Imagem

Verstappen continua sua trajetória.

Vettel segue em vantagem.

Hamilton busca a lateral da pista vendo a passividade de Ricciardo.

Raikkonen enxerga a oportunidade e acelera ao ver Verstappen se dirigir para
o meio.

Terceira Imagem

Hamilton vai engolir Ricciardo.

Verstappen percebe que não vai alcançar Vettel através do plano inicial.

Quarta Imagem

Raikkonen já está em melhor situação que Verstappen.

A mudança de curso de Max é nítida.

A defesa se faz necessária.

Kimi está passando.

O destino está traçado.

Verstappen marca um encontro com Kimi ali na frente.

Quinta Imagem

Por outro ângulo podemos ver que a situação de Verstappen é de presa.

As Ferraris vão chegar na primeira curva nas primeiras posições.

Note a distância de Vettel para o carro de Max.

Sexta Imagem

Pela câmera do carro de Hamilton temos mais um ponto de vista da briga.

Vettel não está lado a lado com Max.

Já foi.

O problema de Verstappen é a outra Ferrari.

Sétima Imagem

Hamilton já está ao lado de Ricciardo.

Veja que Raikkonen segue numa trajetória reta.

Verstappen aponta para o lado.

O encontro é questão de tempo.

Insisto na distância entre Vettel e Max.

Oitava, Nona e Décima  e Décima Primeira Imagens

Sebastian já havia passado.

(a nona e décima imagem estão separadas apenas pelo ângulo)

Dependendo da vista podemos errar e achar que Vettel toca em Max.

Apontado para o lado (oitava foto), Verstappen acerta a roda traseira esquerda
de Raikkonen (décima foto).

(repare na posição dos pneus de Max em relação aos de Kimi na oitava)

O carro do finlandês é lançado sobre Vettel.

Gina não tem qualquer contato com a Red Bull.

Por Fim - Últimas Fotos

No meu entender, a mudança de trajetória de Verstappen causou o acidente.

(seu pneu traseiro aparece na segunda imagem abaixo por ele ter alterado a direção)

Sem poder / saber se defender, Max acabou batendo em Raikkonen.

E ele não alterou seu rumo por conta de ter sido fechado.

Me pareceu que ficou perdido mesmo.

Sem desculpas.



terça-feira, 19 de setembro de 2017

Cingapura - 2017



























































Foi um presente para a Mercedes.

A equipe de Brackley tentou durante todo o final de semana de Cingapura
apenas diminuir os danos.

A vitória foi mais que um bônus.

E ainda utilizando a segunda unidade de força.

(lembrando que a quarta foi apresentada em Monza)

Toto Wolff sabia que Ferrari e Red Bull seriam imbatíveis na tórrida noite.

A classificação foi surreal.

Sebastian Vettel raspou o muro e deixou Christian Horner com uma expressão
desconcertante.

Havia decepção por não ver Verstappen ou Ricciardo na pole.

Entretanto todos podiam ver um certo orgulho por seu ex comandado, que hoje
veste vermelho, fazer o impossível.

O time dos energéticos não digeriu bem a derrota.

Helmut Marko falou em nervosismo na condução de seus pilotos.

E completou que já sabia que Seb consegue realizar proezas incríveis.

Horner respondeu com uma ameaça ao dizer que Vettel é quem tinha tudo
a perder no domingo.

Mas aí veio a chuva.

A pista molhada deu esperança para que Lewis Hamilton pudesse compensar
em parte a desvantagem e conseguir algo a mais.

Niki Lauda ainda apostava na imprevisibilidade de Max ao lado de Vettel.

Ricciardo chegou a afirmar que seu companheiro tiraria Vettel...

Todo mundo viu a largada.















O que eu acho.

Pela imagem acima vemos como Gina já passou e buscava a tomada da primeira
curva.

Movimento natural.

Alonso em 2010 executou a mesma manobra sobre Vettel.

Verstappen adota uma linha em direção a Vettel ao apagar das luzes.

Ao não surtir efeito, percebeu que Raikkonen estava bem melhor e tentou
preservar sua posição.

Repare no vídeo (primeiro segundos).

Max larga pra cima de Vettel e volta pra cima de Kimi, atingindo o finlandês.



É fácil de ver.

O jovem piloto participou de outros acidentes neste ano.

E em todas as largadas complicadas ele estava envolvido.

Desde o início do campeonato venho alertando sobre o cuidado que Seb e Lewis
estão adotando no início.

O que não justifica certas críticas.

Eles estão brigando pelo mundo.

A ação de Max (alimentada por sua equipe) era previsível.

Aconteceria mais cedo ou mais tarde e influenciaria a luta principal.

Comentamos sobre isso (Hungria) no início de agosto.














Uma lástima.

E não desejo que Hamilton passe por algo parecido.

O fator estranho (imprudência dos outros) não deveria decidir uma disputa
tão linda.

Lewis e Vettel estão muito acima de todos os outros e não precisam disso.

Daniel Ricciardo não conseguiu acompanhar Hamilton.

Valtteri Bottas trouxe o carro de volta para casa.

Carlos Sainz Jr. colocou mais umas linhas impressionantes em seu currículo.

Jolyon Palmer desceu do carro olhando nos seus olhos.

Vandoorne fez bom uso de sua McLaren.

Lance Stroll teve uma melhor estratégia de pneus do que Massa e colheu
frutos por isso.

Grosjean levou a Haas para os pontos.

E as duas Force India pontuaram.

Sobreviventes.

Quase metade do grid não terminou a corrida.

Acabou o campeonato?

Pode ser.

Porém algo mudou.

Importante.

Se você não percebeu, Sebastian Vettel não tem mais nada a perder.







sábado, 16 de setembro de 2017

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Música


De vez em quando a Globo acerta na mosca...

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Clipping

























Existe uma questão que só poderá ser respondida ao final do GP de Cingapura.

Um mistério.

Onde estará a Red Bull?

A Ferrari considera o time dos energéticos o grande adversário na prova noturna.

Monza foi o sacrifício.

Foi duro abrir mão totalmente da corrida italiana.

Mas os vermelhos estão mirando o mundo.

Vettel será competitivo contra a Mercedes no resto.

A pergunta é se a evolução apresentada pela Red Bull em Monza se transformará
em vitória em Marina Bay.

E, pior, num fator imprevisível para Sebastian e Lewis no restante do calendário.

Certidão de Nascimento

A idade está pesando.

Está complicado achar um lugar para Pascal Wehrlein em 2018.

Com seu cockpit na Sauber prometido para Charles Leclerc, o jovem alemão
se encontra até o momento sem alternativas.

As equipes clientes da Mercedes estão com as portas fechadas.

Isso porque há a necessidade de um piloto com mais de 25 anos por conta
dos patrocinadores envolvidos com bebidas alcoólicas.

Assim os times que recebem unidades de força fabricados pela Mercedes,
Williams (Martini - 15 milhões de euros / ano) e a surpreendente
Force India (Johnnie Walker e Kingfisher - 4 milhões de euros / ano),
irão sempre buscar um piloto que atenda este quesito.

Nas duas opções já há pilotos novos (Stroll e Ocon).

Tudo indica que Wehrlein será um reserva de luxo na próxima temporada.

Recordação

25 anos?

Você lembrou de Felipe Nasr?

Infelizmente, só você.

Lobby

Fique atento.

Parte da imprensa britânica tenta criar um factóide fazendo uma ligação entre
Jolyon Palmer e a Williams.

No lugar de Felipe Massa, claro.

Jogo

A McLaren queria se livrar da Honda e poder utilizar um dos outros três motores
disponíveis.

Mercedes, Ferrari e Renault disseram não.

Toto Wolff chegou a rasgar que não cederia a qualquer pressão.

O comandante de Brackley tinha o regulamento ao seu lado.

Os prazos para definição dos fornecedores de 2018 já havia expirado.

Aconteceram muitas reuniões.

A McLaren mirou o motor francês.

A Toro Rosso queria a unidade japonesa e o apoio que vem com ela.

(e uma provável parceria de fábrica para Milton Keynes)

E a Renault desejava uma compensação para permitir a troca.

A recompensa veio através do nome de Carlos Sainz Jr.

Assim a equipe de Enstone / Viry-Châtillon ganhou um piloto mais competitivo
para suas fileiras.

(um empréstimo por duas temporadas)

Sainz Jr. poderá retornar para Red Bull no caso de uma saída de Max Verstappen
ou Daniel Ricciardo.

Perceba que a Renault também mantém suas opções abertas para o futuro.

Outro beneficiado poderá ser Pierre Gasly.

Fica claro que o maior prejudicado em toda essa transação foi Robert Kubica.

Complicou para o polonês.

Grana

Na nova parceria com a Renault, a McLaren ficará sem apoio da Honda.

Perder 300 milhões de euros por temporada não vai ser fácil.

Os acionistas Mansour Ojjeh e Bahrain Mumtalakat disseram que vão
cobrir o buraco por enquanto (um ano).

Nesse período a McLaren vai caçar novos patrocinadores no mercado.

Ninguém ficou rico rasgando dinheiro.



































Grid

Tirando a Williams, parece que tudo está definido para 2018.

Números

Nico Hulkenberg alcançou a marca de 128 largadas sem chegar ao pódio.

Monstrinho

Trevor Carlin é uma figura que está há mais de 25 anos no automobilismo.

Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel são exemplos de nomes que passaram
na sua unha.

Interessante.

Na hora de apontar o futuro ele não hesita em dizer o nome de Lando Norris.

Hoje na Fórmula 3 e sob o guarda-chuva da McLaren, Carlin afirma que a
jovem promessa é ainda melhor que Vettel e Ricciardo.

E posso dizer que é simpático também.

Acessível, foi bem fácil receber informações da futura estrela.

Olho nele!


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Vale para todos nós!