quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Alfa Sauber Ferrari




























Alfa Romeo.

Ensaio.

A partir de 2018 a marca italiana aparece como protagonista ao colocar
seu nome na Sauber.

Não devemos falar em retorno.

Pois a Alfa já patrocinava a Ferrari desde 2015.

Na nova parceria, que abrange a cooperação estratégica, comercial e
tecnológica, tudo virá da Ferrari.

Acordo de três temporadas.

A Scuderia Italiana cederá os motores e a transmissão.

Além disso uns 20 milhões de euros / ano também irão para a Sauber.

(lembra da Genii Capital / Lotus?)

Assim encontraram um lugar para Charles Leclerc.

(que estava em final de contrato e sendo assediado pela concorrência)

E ainda para Antonio Giovinazzi.

Marcus Ericsson permanece na conta da dona Longbow Finance.

Haverá uma exploração de marketing sobre o túnel de vento de Hinwill
e segue o roteiro de lançar ações da equipe na Bolsa de Valores daqui
alguns anos.

(tipo Williams)

Apesar de ter tentado evitar, a Sauber se tornará um time B da Ferrari.

(o acordo com a Honda era muito mais vantajoso)

Para compensar os novos gastos, Sergio Marchionne deverá aumentar
o aporte em Maranello.

Acrescentando nas próximas temporadas 10% aos 200 milhões de euros
anuais que a FCA coloca na Ferrari.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Avulsas























Laguna Seca, Ferrari com fita crepe, Pomona e Riverside.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Contratos, Poderes e Afins


























Tempo faz falta.

E é dinheiro.

Realmente.

Queria ter mais para escrever no Blog.

Falando nisso.

Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.

Casamento inabalável.

As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.

O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.

O novo acordo deverá ir até 2020.

A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.

Um pouco menos.

Um fixo mais premiação por vitórias.

(proposta de Toto Wolff)

Ou um fixo mais bônus por título mundial.

Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.

Amplamente divulgado no paddock.

Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.

Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.

Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.

E deixou o tempo passar.

(é dinheiro, lembra?)

A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.

Entretanto duas coisas aconteceram.

A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.

E a saída abrupta de Nico Rosberg.

Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.

Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.

O início de 2017 muda o cenário novamente.

Gina se mostra competitiva.

A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.

E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.

Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.

Com cláusulas de saída!

Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.

Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.

Uma situação inusitada.

Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.

Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.

Ficando em casa.

Onde foi criado.

E já conhece tudo e todos.

Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.

Esperto.

Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.

E acho que não estará errando.

Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.

Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Emiradenses





























Retratos.

Cenário espetacular.

As habitações locais.

O pensamento em 2018.

E uma alegre despedida para todos. (para todos...)

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

É assim...








































AVUS.

Ferdinand Porsche e Bernd Rosemeyer no topo da Nordkurve.

domingo, 19 de novembro de 2017

1, 2, 3, 4...


























Interessante montagem com os campeões feita pela FIA.

Protagonistas do Blog.

Espaço que ultrapassou a impressionante marca de 4.000.000 de visitantes!

Só posso agradecer aos amigos.

Valeu!




sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Brasil - 2017

























O campeonato acabou.

Campeões definidos.

E até o vice.

Sebastian Vettel precisava superar a pole de Valtteri Bottas.

Havia dois pontos principais para vencer a Mercedes.

O primeiro era tomar a primeira posição após a largada.

Depois que as luzes vermelhas se apagaram, Vettel e Gina contornaram
melhor a parte do autódromo que homenageia Ayrton Senna.

O segundo ponto era manter a conquista da cabeça do pelotão.

A Flecha de Prata ia melhor no primeiro e no último setor.

Sebastian precisava fazer a diferença na parte sinuosa para compensar
o tempo perdido.

Vettel pilotou o fino.

Com o equilíbrio das forças, o talento entrou em ação e fez a diferença.

Seb é melhor que Valtteri.

Para completar, o trabalho da Ferrari na hora da parada foi melhor do
que a da Mercedes.

Mais abaixo, a Red Bull não funcionou como em outras exibições.

Claramente o motor Renault deixou a desejar.

Mesmo no segundo setor (mais aerodinâmico) a máquina de Max Verstappen
ficou devendo para os rivais diretos.

Kimi Raikkonen fez sua parte e garantiu o pódio.

Injusto é fazer comparações apressadas entre a performance de Lewis Hamilton
e de seu companheiro.

O campeão de 2017 passou todos, até a quarta posição, sem tomar conhecimento.

Entretanto é preciso levar em consideração que seu carro foi completamente
modificado depois do erro no sábado.

O novo setup (muito mais agressivo), com a asa traseira mais baixa, facilitou
o trabalho.

Uma configuração de quem não precisou se preocupar com o qualifying.

Outra coisa.

Toda sua unidade de força foi modificada.

Alterações que trouxeram também alguns cavalos de força de vantagem na
comparação com o bólido de Bottas.

Tudo novo e pronto para ser castigado sem precisar se preocupar com a
confiabilidade.

Para ajudar surgiu um safety-car que o colocou junto com o restante dos pilotos.

Juntando o pacote entendemos porque Hamilton não sofreu qualquer resistência
de seus rivais.

Assim Lewis concluiu a prova num ritmo muito melhor que Vettel e Valtteri.

Hamilton foi mais rápido do que Sebastian na maioria dos giros.

É fácil concluir que sem as modificações a prova seria outra para o piloto inglês.

E o W08 e a SF70H teriam um embate mais equilibrado.

Acho que fomos privados de uma bela batalha.

De qualquer maneira a vitória serviu para trazer renovo aos vermelhos.

Daniel Ricciardo numa situação análoga a de Lewis, porém em condições
bem diferentes (carro), fez bonito com o que tinha.

Felipe Massa venceu a corrida da segunda divisão.

Sangue no olho por razões evidentes.

Fernando Alonso lutou bem com (e não contra!) sua McLaren Honda.

Sergio Perez diminuiu os danos para uma apagada Force India.

E Nico Hulkenberg (uma volta atrás) completou os que pontuaram.

No Mundial de Pilotos Massa ultrapassou Lance Stroll.

O no de Construtores a Williams garantiu a quinta colocação.

Renault, Toro Rosso e Haas brigam pelo sexto lugar.

Espero que os franceses mantenham a briga apenas na pista...

Por Fim.

Os números.























segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Brasileiras











































Interlagos 2017.

Retratos.

Caminhando para  fim.

O clima de incerteza.

A fauna local curiosa com os invasores.

E a ação que definiu a prova.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Poster BR


















































Parece que a herança deixada pela Manor veio para ficar.