terça-feira, 24 de maio de 2016

Coisas de Família
























A Brabham de Jose Carlos Pace em Mônaco.

1975.

Irregular.

Pesos eram colocados e retirados do carro para burlar as regras.

Coisa comum naqueles tempos.

No mesmo ano, Niki Lauda e a Ferrari deveriam ser desclassificados por usarem
uma mistura de combustível fora dos padrões.

Depois da súplica do piloto, foi Bernie Ecclestone (que já mandava na categoria)
quem impediu que os comissários tirassem o título do austríaco.

"Os sábios interpretam as regras e os tolos obedecem.."

Frase de Colin Chapman.

Ah, sim.

Os tais pesos da Brabham em Monte Carlo foram cedidos por Frank Williams.

Williams que era costumaz pedinte de empréstimos financeiros a Bernie.

Frank que só sobreviveu aos anos 70 com sua escuderia por causa disso.

As coisas eram entrelaçadas.

Ligadas.

A prova maior se dava quando Enzo Ferrari reunia todos em Maranello.

O Commendatore, após a refeição, deixava que Williams, Bernie, Chapman,
Ken e Teddy Mayer conduzissem suas Ferraris na pista de Fiorano.

Brabham, McLaren, Lotus, Williams e Tyrrell se derretiam perante o mito
vermelho da Scuderia Italiana.

Outros tempos.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Notinhas de Segunda
























Boatos.

Eles sempre aparecem aqui e ali.

Lewis Hamilton seria substituído por Pascal Wehrlein em Mônaco.

De onde sairia uma coisa dessa?

De uma sucessão de fatos.

Primeiro foi o choque entre Rosberg e Hamilton em Barcelona.

Segundo foi a recusa do piloto inglês em participar dos testes na Espanha.

Terceiro foi a declaração de Wehrlein sobre estar pronto para assumir o cockpit
da Mercedes.

Quarto foi uma história sobre um confusão envolvendo Hamilton em Cannes.

A Mercedes tratou tudo como uma imensa bobagem.

E Lewis publicou uma foto se exercitando em uma bicicleta.

Para selar a paz, o time alemão quer demonstrar força no principado.

Outro enrosco entre seus pilotos está fora de questão.

Pelo o que eu entendi, Daniil Kvyat não vai ficar na família Red Bull em 2017.

Entretanto poderemos ver seus talentos servindo outra escuderia do grid.

Rio Haryanto admitiu não ter ainda os recursos para completar a atual temporada.

Dos 18 milhões de euros necessários para correr na Manor, falta algo em torno
de 5 a 6 milhões para o piloto indonésio fechar a conta.

Interessante.

Nelsinho Piquet Jr. havia pedido para participar da etapa de Pau (França) da F3
europeia.

A FIA vetou a ideia através de Stefano Domenicali (presidente da comissão).

Por  ir contra o princípio de um campeonato para jovens pilotos.

Já o irmão dele (Pedro) escapou ileso de um acidente feio (na mesma categoria)
neste final de semana.

Por fim.

A McLaren vai continuar a arriscar.

Aproveitando que Sauber, Haas, Toro Rosso e Williams estarão deixando de lado a
atual temporada para pensar e investir em 2017.

Ron Dennis abrirá os cofres para que sua equipe tenha o melhor desempenho possível
neste ano.

Claro.

Existe um trabalho sendo feito para o ano que vem.

Porém o investimento pesado no presente vai permanecer.

As razões para tal estratégia?

Impressionar e atrair novos patrocinadores.

E colocar seus pilotos campeões brigando por posições melhores nas provas.

Falei em arriscar.

Porque a turma de Woking repete algo que não deu certo num passado recente.

(contra a Red Bull no início desta década)

E ainda amarga perdas por tal escolha.

Mas a teimosia faz parte do cérebro da McLaren.



















P34B
























O francês Patrick Depailler conduzindo para Ken Tyrrell em Mônaco.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Pequenas Passagens














































Quando a Philip Morris se cansou das desventuras da BRM, ela procurou uma
outra casa dentro da Fórmula 1.

A poderosa fabricante de cigarros ficou diante de duas opções.

McLaren e Brabham.

A condição para receber tamanha fortuna era que a escuderia escolhida deveria
incluir entre seus pilotos ninguém menos que Emerson Fittipaldi.

Nada mal para um brasileiro que anos antes havia desembarcado em Harthrow
numa aventura improvável.

Vale dizer que Bernie Ecclestone, dono da Brabham, tentou de tudo para convencer
a gigante do tabaco.

Em vão.

Interessante é notar o prestígio do piloto campeão.

Por isso nunca devemos subestimar a capacidade de sobrevivência de um Button ou
de um Raikkonen no mundo da F1.

A história ensina.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Aterro



Algumas mudanças planejadas para Mônaco.

Não se preocupe.

A Fórmula 1 e o principado pertencem um ao outro desde sempre.

Invertido





























Bom dia petrolheads!

Mônaco. 1966.

Alguma coisa está fora do lugar, não?

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Rascunho da Volta


























Estávamos viajando.

No mundo real.

Por isso o virtual (Blog) ficou mais parado do que de costume.

A falha (amadora) na configuração do motor de Nico Rosberg e a atitude
afoita de Lewis Hamilton foram os motivos da Mercedes se retirar do GP
de Barcelona.

Após 62 corridas consecutivas entre o dez primeiros, o time alemão não
marcou nenhum ponto.

Pior para Hamilton que continuou muito atrás de seu companheiro.

Rosberg realiza uma campanha espetacular.

Dentro e fora das pistas.

Muito agressivo em ambas as frentes.

Nas provas todos podem acompanhar pela TV.

Nos bastidores Nico atrasa sua renovação.

E com isso incomoda a Mercedes.

Dieter Zetsche (presidente da Mercedes) declarou que ambos os pilotos
estão sob contrato para 2017.

A frase não é verdadeira e visa apenas afastar a concorrência.

Especificamente Ferrari, Renault e McLaren.

Nico não é piloto para ficar voando muito tempo sem contrato.

No caso de não renovação, Toto Wolff afirma que Fernando Alonso
poderia ser uma boa opção.

(veja o ataque sobre o time de Ron Dennis!)

Ao mesmo tempo coloca, de forma urgente, Pascal Wehrlein no lugar de
Esteban Ocon nos testes de Barcelona.

Um plano B.

Nico parece ter aprendido a lição.

Pode até não levantar a taça ao final de 2016, mas está agindo como um
campeão.

Sabendo inclusive jogar com as palavras.

"Estou feliz na Mercedes, mas vamos ver como será o futuro."

A prova espanhola mostrou que a Fórmula 1 sem a Mercedes seria espetacular!

Mônaco?

Os últimos resultados indicam que há um novo rei.

Verstappen contra Raikkonen.

Em 2034 Max terá a mesma idade de Kimi em 2016.

Heineken na categoria máxima do automobilismo.

Algo em torno de 30 milhões de euros por temporada.

A Honda irá fornecer motores apenas para a McLaren em 2017.

Kevin Magnussen trabalha para garantir seu lugar na Renault.

O negócio é conseguir mais dinheiro mesmo.

Por fim.

As tabelas espanholas.




















sábado, 14 de maio de 2016

Números
































A revelação dos tempos por setores em Barcelona mostra a dificuldade
da Ferrari.

Brigando com a Williams no primeiro e no terceiro setor.

E com a Toro Rosso no segundo.

O problema da Scuderia Italiana está na alta temperatura dos pneus.

(um setup equivocado, segundo o Tordo...)

No domingo teremos a pista 4°C mais fria em comparação com este
sábado.

O que poderá ajudar no desempenho de Vettel e Raikkonen.

E aproveitando a oportunidade.

Verstappen brilhou!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Hill 2?



























Pneus largos.

Carro largo.

Parece coisa do regulamento de 2017.

E aí?

Alguém saberia dizer quem é o piloto escalando a zebra na imagem acima?

terça-feira, 10 de maio de 2016

Notinhas de Terça

























A Renault é a equipe.

Primeiro porque está tendo um retorno fabuloso com a publicidade graças à
Fórmula 1.

Segundo porque é uma escuderia de fábrica que ainda está com as portas
abertas.

Digo para pilotos que estão buscando o sonho.

A possibilidade de ser campeão.

Os franceses também sonham com isso.

Sabem que ainda não é o momento.

Porém querem preparar o caminho e encontrar um nome para quando as
condições estiverem propícias.

Candidatos?

Carlos Sainz (um pé fora da família Red Bull), Felipe Nasr, Nico Rosberg?

Jenson Button??

Button é citado por causa do seu desejo e permanecer na categoria máxima
do automobilismo.

O piloto inglês parece não se imaginar mais como aposentado.

Principalmente depois da partida de seu pai e do fim do relacionamento estável
com Michibata.

Jenson quer um carro que o possibilite ter bons resultados.

Lembro que a Williams abriu tratativas com ele pouco tempo atrás.

Na Ferrari não há vaga (para competição).

A Scuderia Italiana pertence a Sebastian Vettel.

Se Raikkonen ficar ou partir, as opções são para ocupar o cargo de segundo
piloto.

Os italianos querem construir um time perfeito no entorno do multi campeão.

A imprensa fala no retorno de Aldo Costa (hoje na Mercedes).

Entretanto o Tordo me diz que um convite para Ross Brawn (com carta branca)
já foi feito também.

Nikita Mazepin (16 anos) vai cuidar do desenvolvimento do time de Vijay.

Nikita é filho de do bilionário russo Dmitry Mazepin (amigo de Bernie).

Toro Rosso de Honda?

Pode ser.

Contrato seria para quatro temporadas.

Outra da filial da Red Bull.

A volta de Daniil Kvyat poderá coincidir com a chegada de patrocinadores russos
em Faenza.

Por fim.

Os testes em Barcelona (17 e 18 de maio).

Alfonso Celis Jr. vai guiar pela Force India nos dois dias.

(lembra que eu disse que o programa do piloto mexicano era bom pra caramba?)

Rosberg vai dividir a Mercedes com Esteban Ocon.

Curioso que Ocon estará também com a Renault ao lado de Magnussen.

Alonso está fora.

Button e Vandoorne comandam a McLaren.

A Haas vai com seus titulares.

Alex Lynn e Felipe Massa experimentarão pela Williams.

Red Bull, Manor, Toro Rosso e Ferrari ainda não apresentaram seus pilotos.

E a Sauber não vai testar.