segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Manor Vai?





















Graeme Lowdon confirma o interesse dele e de John Booth em retornar para
a categoria máxima do automobilismo.

Mas para podermos ver a Manor novamente no grid é necessário que a questão
orçamentária esteja resolvida no novo Acordo de Concorde (2021).

A volta seria cheia de novidades pois a antiga fábrica da escuderia em Banbury
foi vendida para a Haas.

O dinheiro chinês continua presente apoiando a Manor no Endurance na temporada
2018/19.

Inclusive com a chegada do ex-engenheiro de Kimi Raikkonen, (2015-17)
Dave Greenwood, para suas fileiras.

A história não é novidade...

(falamos em junho do ano passado)

Clique aqui.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Tá doido!



O colombiano Felipe Merjech na pista de Juan Pablo Montoya.

sábado, 30 de dezembro de 2017

2018 e Além...


























Red Bull Junior Team.

2010.

Estou meio de férias do Blog.

Acho que nunca fiz isso.

A culpa maior é o envolvimento com outros interesses.

E na verdade estou vendo pouco ou nada relevante acontecendo.

A Williams decidindo entre um novato com patrocínio e um remendo
de piloto (herói) semi-aposentado?

Deixa pra lá.

Existem coisas mais importantes.

A Aston Martin entrou num processo decisivo para o futuro da marca.

A questão.

Lançar ações no mercado ou vender tudo para quem quiser.

A verdade é que os dois grupos que comandam o tradicional nome da industria
automobilística quer resgatar seus investimentos.

Pensou na Red Bull?

Ferrari e Mercedes também se articulam ao alinhar suas peças no xadrez do
futuro.

A Scuderia Italiana quer, além da Hass e Sauber, trazer a Force India para
a suas fileiras.

(spoiler - entretanto não esqueça que indianos e chineses são vizinhos...)

Após a despedia de Bernie Ecclestone, ficou claro que a Fórmula 1 deixou
de ser amadora de uma vez por todas.

Tudo será cada vez mais profissional.

Pragmático.

Entre outras coisas, autódromos deficitários estão condenados.

Não havia comunicação com o público?

OK.

Mas o que chegava era sincero.

Mais fácil de filtrar.

Haverá mais contato nas redes sociais a partir de agora.

Sim.

Só que tudo mais pasteurizado, patrocinado e calculado.

A imprensa já está concentrada em poucos veículos.

Sobrando ainda alguns (mas valorosos) cavaleiros solitários que acompanham
o circo e trazem a real visão das coisas.

(alguns considero como amigos e, claro, não revelarei seus nomes!)

Meu interesse hoje está em nomes como Leclerc.

O afilhado da Ferrari inicia nesta temporada sua trajetória na F1.

Aquele a quem Jules Bianchi dizia ser a verdadeira estrela.

O promissor Russel.

Ligado à McLaren e com tudo para brilhar na categoria máxima do automobilismo.

A realidade Ocon.

Que só precisa ser adotado de vez pela Mercedes para mostrar sua predestinação.

A última fase da lapidação de Verstappen.

Para ser grande de vez.

Responsabilidade imensa da Red Bull.

Repetir o que fez com Vettel.

Ou imitar o que Toto Wolff realizou com Hamilton.

Pois Lewis deve mais ao time da Estrela de Prata do que vice-versa.

Não estou falando de carros ou motores.

É cultura.

O salto de menino prodígio inconstante na McLaren para a luta de alcançar
os números de Michael Schumacher é impressionante.

Hamilton foi moldado a ferro em Brackley.

Falando nisso.

A Mercedes deverá seguir com o conceito de maior distância entre os eixos.

(Pino diz que o fruto de Maranello vem longo também)

Sem revoluções, somente afiando o projeto como tem feito desde a entrada
deste atual regulamento.

Ferrari, Force India  e Williams já passaram no crash test da FIA.

Rory Byrne já trabalha no projeto do carro vermelho de 2019.

Sem correções.

O de 2018 (já em avançado estágio) foi iniciado há mais de um ano.

Assim como Gina teve seus primeiros desenhos entregues 365 dias antes do
primeiro teste de pista em Barcelona.

Ficamos por aqui.

A todos os amigos desejo um Feliz Ano Novo!

Que Deus traga alegria a cada um de vocês!

Feliz 2018!

E além...




















sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Stop Loss






















"A vaga ao lado de Lance Stroll na Williams em 2018 custa 10 milhões de euros."

Essa foi a frase que todos os interessados ouviram.

Felipe Massa, Paul di Resta, Daniil Kvyat, Pascal Wehrlein, Robert Kubica,
Sergey Sirotkin...

Por que?

Porque não há dinheiro sobrando na Fórmula 1.

O último dos grandes patrocinadores deu adeus.

A saída do Banco Santander é o final de uma Era na categoria máxima
do automobilismo.

A instituição financeira espanhola não quis mais desembolsar 40 milhões
de euros por temporada.

O Santander extraiu tudo que podia dos autódromos para obter o máximo
de retorno sobre seu investimento.

Foi uma bela plataforma de negócios.

Enquanto durou.

Vai despejar recursos no Futebol.

Sua partida expõe o ocaso dos apoiadores que chegaram a colocar 60 milhões
de euros por ano em uma escuderia.

Isso acabou.

A McLaren sonha (desde 2014) com um nome que alivie suas contas.

Red Bull alcança no máximo parcerias (Aston Martin).

Assim como será a partir de agora entre a Sauber-Alfa Romeo.

(e pelas ações de Marchionne, Haas-Maserati e Force India-Lancia...)

O rombo que a Williams precisa cobrir é de 25 milhões de euros para 2018.

A família Stroll aparece com seu dinheiro pois o departamento de marketing
de Grove continua a falhar.

Massa esteve na equipe em 2017 por conta da saída repentina de Nico Rosberg.

A Mercedes tinha recursos e precisava de um piloto.

Mas não tinha se planejado.

A Williams precisava de recursos e tinha um piloto, Valtteri.

Assim a Mercedes levou Bottas e bancou a temporada do brasileiro.

Se tivesse recursos, provavelmente a Williams manteria Felipe em 2018.

Wehlein foi deixado na chuva.

Paul di Resta não tem nome e nem nacionalidade para levantar tal quantia.

Kvyat não obteve os contatos.

Robert Kubica foi o único que apresentou um valor.

Abaixo.

Mas é melhor que nada.

Sergey Sirotkin disse que tinha o patrocínio.

Entretanto o dinheiro russo costuma falhar.

Só que dessa vez não falhou.

A Williams adia a decisão para janeiro.

(esperando um milagre de Kubica aparecendo com mais grana?)

Difícil.

Pois ouvi a notícia sobre Sirotkin de duas fontes.

Uma de um jornalista que vive dentro da Fórmula 1 o ano inteiro.

E que nunca se ilude com fantasias.

Outra fonte, mais conhecida, foi italiana.

Jornalista ligado a Alessandro Aluni Bravi, o empresário de Kubica.

Do you have enough money for the trip?

É isso.


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Alfa Sauber Ferrari




























Alfa Romeo.

Ensaio.

A partir de 2018 a marca italiana aparece como protagonista ao colocar
seu nome na Sauber.

Não devemos falar em retorno.

Pois a Alfa já patrocinava a Ferrari desde 2015.

Na nova parceria, que abrange a cooperação estratégica, comercial e
tecnológica, tudo virá da Ferrari.

Acordo de três temporadas.

A Scuderia Italiana cederá os motores e a transmissão.

Além disso uns 20 milhões de euros / ano também irão para a Sauber.

(lembra da Genii Capital / Lotus?)

Assim encontraram um lugar para Charles Leclerc.

(que estava em final de contrato e sendo assediado pela concorrência)

E ainda para Antonio Giovinazzi.

Marcus Ericsson permanece na conta da dona Longbow Finance.

Haverá uma exploração de marketing sobre o túnel de vento de Hinwill
e segue o roteiro de lançar ações da equipe na Bolsa de Valores daqui
alguns anos.

(tipo Williams)

Apesar de ter tentado evitar, a Sauber se tornará um time B da Ferrari.

(o acordo com a Honda era muito mais vantajoso)

Para compensar os novos gastos, Sergio Marchionne deverá aumentar
o aporte em Maranello.

Acrescentando nas próximas temporadas 10% aos 200 milhões de euros
anuais que a FCA coloca na Ferrari.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Avulsas























Laguna Seca, Ferrari com fita crepe, Pomona e Riverside.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Contratos, Poderes e Afins


























Tempo faz falta.

E é dinheiro.

Realmente.

Queria ter mais para escrever no Blog.

Falando nisso.

Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.

Casamento inabalável.

As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.

O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.

O novo acordo deverá ir até 2020.

A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.

Um pouco menos.

Um fixo mais premiação por vitórias.

(proposta de Toto Wolff)

Ou um fixo mais bônus por título mundial.

Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.

Amplamente divulgado no paddock.

Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.

Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.

Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.

E deixou o tempo passar.

(é dinheiro, lembra?)

A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.

Entretanto duas coisas aconteceram.

A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.

E a saída abrupta de Nico Rosberg.

Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.

Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.

O início de 2017 muda o cenário novamente.

Gina se mostra competitiva.

A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.

E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.

Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.

Com cláusulas de saída!

Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.

Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.

Uma situação inusitada.

Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.

Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.

Ficando em casa.

Onde foi criado.

E já conhece tudo e todos.

Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.

Esperto.

Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.

E acho que não estará errando.

Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.

Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Emiradenses





























Retratos.

Cenário espetacular.

As habitações locais.

O pensamento em 2018.

E uma alegre despedida para todos. (para todos...)

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

É assim...








































AVUS.

Ferdinand Porsche e Bernd Rosemeyer no topo da Nordkurve.