domingo, 20 de abril de 2014

Peugeot Design Lab



























O sofá, a bicicleta e o piano.

Provas que o design dos franceses da Peugeot não está limitado apenas aos carros.

sábado, 19 de abril de 2014

Rascunho - GP da China Qualificação




















O pequeno Daniel Ricciardo.

Sorrindo dede sempre.

Sebastian Vettel não coloca panos quentes sobre a performance de seu companheiro.

O atual campeão, e único motorista a ganhar mais em prêmios do que em salários na
história da Fórmula 1, admite que precisa fazer melhor do que está fazendo para bater
seu colega.

Alguém duvida que conseguirá?

Lewis Hamilton desfilou todo o seu talento na China.

Nico Rosberg, apesar da máquina, não conseguiu acompanhar o ritmo do piloto inglês.

Vi uma certa afobação.

O filho de Keke precisa se acalmar.

Interessante também foi o esforço final de Felipe Massa.

E no piso molhado!

O brasileiro guiou como nunca.

Parece que Massa entendeu a necessidade de se reinventar nesta temporada.

No mais...

Há a espera pelas atualizações na Espanha.

A Honda dando a entender que em seu retorno ficará apenas com a McLaren nas
primeiras temporadas.

E na Mercedes todo mundo anda de cara fechada sobre a história de mudar o som
dos motores.

Tudo está tão milimetricamente ajustado que existe o temor do que aconteceria no
caso de qualquer alteração no carro.

A marca alemã que investiu o dobro em relação a Renault na nova Era Turbo dificilmente
irá admitir que qualquer barulho atrapalhe seu caminho para o título.




sexta-feira, 18 de abril de 2014

Precoces
























Cabe o pensamento.

Porque o modo como esses meninos adentram na Fórmula 1 impressiona.

Com tempos muito próximos de seus companheiros, e por vezes melhores
até.

Uma geração precoce e espetacular?

Precoce, sim.

Na verdade o tempo de maturação parece coisa do passado.

O abismo de potência e tecnologia que existia entre a Fórmula 1 e as demais
categorias do automobilismo não assusta mais os calouros.

Tudo passou a ser muito semelhante.

Aquele susto que havia ao lidar com um motor turbo pela primeira vez ao lado
de Alain Prost e Nelson Piquet desapareceu.

Não existe mais o impacto.

A transição é suave.

Mais.

Com os computadores dizendo onde o piloto pode melhorar em cada milímetro
da pista, as crianças sentem segurança para tentarem suas ousadias.

Assim os recordes que levam em conta a idade despencam.

Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Sebastian Vettel, Kevin Magnussen...

Daí a Red Bull não ter medo de promover um garoto como Daniil Kvyat
direto da GP3 para ocupar o posto de titular na Toro Rosso.

No entanto não pense que as coisas estão mais fáceis.

O que vale ainda é o talento.

É só que os que possuem o dom não precisam mais se ambientar para
assombrar seus pares.

Eles se sentem em casa na primeira vez.

Já houve quem fizesse isso no passado.

Saltando de categoria, apesar do tal abismo, como se fosse nada.

Mas seu nome era Ayrton Senna.

Depois de 20 anos (para criar o ambiente ideal), a categoria máxima do
automobilismo conseguiu repetir em laboratório o feito que o piloto
brasileiro havia realizado ao natural.

Assim, nos novos tempos, os meninos não precisam mais cultivar ídolos.

Agora eles os enfrentam.


2007

























A Fórmula 1 já teve um ar mais futurístico, não?

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Rascunho com Esperança























Eu gosto dessas corridas de madrugada.

O entorno fica mais tranquilo.

Difícil é colocar tranquilidade e Marussia na mesma frase.

Os planos de negócios que envolviam a escuderia foram pro sal.

Havia sonhos ambiciosos.

Clique aqui para lembrar.

Mas aí tudo mudou.

O projeto do agressivo carro esportivo de rua naufragou.

Pois a esperança de ter uma parceria com a Ferrari para além das pistas da
Fórmula 1 se revelou uma grande ilusão.

Os italianos não se interessaram.

Mais.

O contrato que visava fornecer novos carros oficiais para o governo russo
também não vingou.













Vladimir Putin não gostou do conceito Limousine da marca.

Fora isso ainda há a suspeita de que a administração desviou recursos dos
investidores da marca.

Nikolai Fomenko está sozinho e sem dinheiro.

E a Marussia está morta.

Ou melhor, esperando um milagre.

Bob Bell, que ocupava o cargo de diretor técnico, está deixando a Mercedes.

Bell já trabalhou com James Allison na Fórmula 1.

Lembrando que Allison é o projetista da Ferrari.

Ligou as pontas?

Sobrou uma?

Eu sei.

Bell foi contratado por Stefano Domenicali.

Será que a Scuderia Italiana vai seguir com o plano?

Falando em Ferrari, o nome de Gerhard Berger esquentou.

Na McLaren, Jenson Button fala em parceria com Fernando Alonso.

A nova equipe Haas segue gerando muitas dúvidas.

Principalmente sobre como o carro será construído (a ideia de motor Ferrari
e chassi Dallara continua).

Por conta do tempo.

Outra coisa.

Talvez Gene Haas tenha a certeza que haverá a padronização de algumas peças
para redução de custos na categoria.

O que facilitaria sua vida.

De certeza mesmo na Haas existem apenas duas coisas.

O desejo de ter pelo menos um piloto mais experiente.

E que a dupla titular vai pagar caro para andar nos carros do time.

Unidos

















































Essa tal rivalidade...

Sempre destruindo bons relacionamentos!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Os 3 Anos!




















A data exata é 13 de Abril.

Há três anos surgia este espaço.

É necessário dizer que sempre foi mais vontade do que qualquer outra coisa.

Meio improvisado.

Sim.

Até hoje eu ainda não sei qual será o próximo post.

Mas penso ser a receita certa.

Muitas mudanças nesse tempo.

Já houve mais fotos.

Histórias.

Biografias.

No momento existe a tentativa de mesclar isso com as coisas urgentes do presente.

Sempre buscando algo mais.

Desde que seja diferente.

Sem acomodação.

Por isso a escolha do nome Rascunho para a principal seção do Blog.

Pra lembrar que tudo pode ser melhorado.

Exceção feita apenas para os amigos que estão sempre por aqui.

O combustível.

Porque vocês são os melhores do mundo.

Valeu.

Alboreto


































Ferrari e Lotus.

Michelle Alboreto dividindo a curva com Mansell

O piloto italiano foi mais uma esperança que não deu em nada na Fórmula 1.

Esperança de se ver um novo Alberto Ascari.

Uma nova estrela da Itália.

Ambos tinham como característica o fino trato na direção.

Assim como a dificuldade de lidar com o embate nas pistas.

Apesar das oportunidades, o defeito superou o elogio no caso de Alboreto.

E ele se tornou mais um.

Diferente de Ascari que levantou dois títulos mundiais.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Acrylic on Canvas











































Ensaio.

A arte e da criatividade de alguns impressos que envolvem o automobilismo.

Rascunho Amargo






























Imagem de um solitário acelerando naquela pista das dunas.

Vamos lá.

Jean Todt e Mercedes de um lado.

Ferrari e Bernie Ecclestone de outro.

Infelizmente essa é a grande disputa do ano.

A Scuderia Italiana manda recadinhos atravessados através de entidades amigas.

O último foi do presidente do Comitê Olímpico Italiano

O cara disse que "não gosta desta nova Fórmula 1".

Quem se importa com a opinião desse sujeito?

Porém permanece o ataque.

Niki Lauda, pelo lado da Mercedes, responde.

Acusando.

"Estão destruindo o nosso esporte!"

A Red Bull não obteve êxito na sua apelação.

Assim, Daniel Ricciardo perde o pódio conquistado na Austrália.

Mas a Mercedes fez questão de enviar seu advogado para confirmar a decisão.

As outras equipes participaram apenas como ouvintes.

A Red Bull não sofrerá maiores punições (como queriam os alemães).

Não convém.

A Fórmula 1 está frágil demais.

Nada que não possa ficar pior.

A União Europeia pode colocar barreiras contra investimentos russos.

E essas sanções, infelizmente, viriam numa hora excelente para dizimar de vez
a Sauber e a Marussia.

Times que contam com investimentos daquele país.

Depois que a WSBK (motos) retirou a etapa russa do calendário, acho que tudo
pode acontecer.

Ou não, falando do GP de Sochi.

Com tantas coisas assim acontecendo, eu ando meio desconfiado de tudo.

Pedro Piquet, 15 anos, está dominando a F3 Brasil.

Venceu todas.

Mas na prova inaugural, quando seu carro engasgou na pole (sendo ultrapassado
por todos os outros competidores), me veio um mal estar.

Como num enredo de Hollywood, a nova esperança de Nelson veio de trás,
superou seus adversários e venceu.

Parece um filme.

Melhor, uma reprise.

Porque minha mente viajou até alguns anos atrás.

Para a últma prova que nelsinho piquet participou no Brasil antes de partir de vez
para a sua aventura na Europa.


























Foi em 2002 se não me engano.

O júnior havia dominado a Fórmula 3 Sul-Americana.

Na última etapa, precisou largar em último.

Justamente a que seria transmitida ao vivo pela Globo.

nelsinho (é minúsculo mesmo) foi escalando as posições, mas não conseguiu
vencer.

Com certeza não foi o final programado.

A tentativa de supervalorizar o piloto ficou evidente.

Não se enganem, a receita (com apoio gigante e presente do pai) está sendo
repetida.

A McLaren firmou parceria com a Gillette.
























Steve Robertson, empresário de Kimi Raikkonen, está aborrecido com a Lotus.

Ainda aquela questão salarial.

Linhas amargas.

Peço desculpas.

Mas as coisas não estão muito divertidas no mundo da velocidade.