sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Galos


























A análise fria pode causar controvérsia.

Ainda mais na torcida (pior que a do Futebol).

Um texto de um ano atrás.

Clique aqui.
 
Pra quem acha que eu desprezo o piloto espanhol.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Six Wheels
























Acima podemos ver o primeiro desenho do P34.

Uma raridade.

O carro da Tyrrell que se tornaria um dos maiores ícones da história do
automobilismo.

Rascunho Spy vs Spy


























Duas da série BMW M1 ProCar.

Desintoxicando.

Confirmando a nossa imagem exclusiva, Lewis Hamilton declarou em entrevista
que dormiu apenas 4 horas de sábado para domingo em Abu Dhabi.

Claro.

Contratamos o fotógrafo que conseguiu o click espetacular!










Falando em fotografia, a Ferrari colocou um dos membros da sua equipe com uma
câmera infravermelha para acompanhar todos os procedimentos da Mercedes.

O objetivo é entender a distribuição de calor nos flechas de prata.

Instruída por rádio, a agente secreta italiana só deixou seu posto quando um indivíduo
do time alemão chegou para acabar com a festa.

Tá doido!


Interessante.

Na opinião do comando da Red Bull não havia mal algum em liberar Sebastian
Vettel para testar com a Scuderia Italiana em Abu Dhabi.

Estava tudo certo e autorizado.

Quem deu a última palavra e vetou qualquer possibilidade disso acontecer foi
Adrian Newey.

Ninguém pode ficar surpreso se a Forza Rossa alinhar no grid da Austrália em
2015.

Tá fácil.

Já que, durante toda a confusão que envolveu a equipe verde, os caras tiveram
acesso a todos os projetos do carro da Caterham com as especificações da
próxima temporada.

Lembrando que o grupo estratégico (formado pelas seis maiores escuderias da
Fórmula 1) permitiu que a Caterham e a Marussia utilizem as versões atuais de
seus motores (2014) no ano que vem.

Assim fica claro que as fotos liberadas do bólido da Marussia em escala para testes
no túnel de vento são na verdade um anúncio para atrair compradores.

Espertos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Rascunho Magoado
































O Tordo riu!

Pra quem ainda questionava o fato de Fernando Alonso ter sido demitido da
Ferrari, aí está a prova.

Depois que Marco Matiacci (que desligou o espanhol da Scuderia Italiana) foi
mandado embora, Ferdi e Briatore não perderam a oportunidade de tripudiar
da situação com uma foto.

Como o novo chefe de gestão esportiva de Maranello (Maurizio Arrivabene) é
um executivo da Marlboro (patrocinadora da equipe) o recado ficou bem claro.

A dupla, que continua ligadíssima desde os tempos da Renault, não deve ter
digerido bem ao ver Sebastian Vettel ocupar o nobre lugar na Fórmula 1.

A imagem revela a mágoa pura de quem foi preterido.

Em tempo.

Tudo leva a crer que Mattiacci não deverá ficar desempregado por muito tempo.

Ainda sobre a Ferrari.

Um rumor surgiu indicando que Valtteri Bottas poderia estar na mira dos vermelhos
para 2016.

Lembra daquela conversa do último Rascunho falando na possibilidade de uma vaga
no time de Maranello? Então.

Acabou a história da pontuação dobrada.

Vergne já se despediu da Toro Rosso (um francês na Williams?) .

Enquanto que o atual campeão da GP2, Jolyon Palmer, se aproxima da Force India
para tentar se colocar como piloto de testes.

Fontes diferentes indicam que a Caterham negocia novamente com um comprador.

Por fim.

A primeira ideia do que seria a Marussia em 2015.

Um modelo em escala para os testes em túnel de vento.

O Manor MNR1-Ferrari nasceu morto.


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Rascunho do Campeão
























As pessoas se importam com que você fala?

Sim?

OK.

A Mercedes foi absoluta neste ano.

As máquinas possuem seus créditos.

Claro.

Mas os pilotos de primeira linha da equipe fizeram toda a diferença.

E não deram chances para ninguém.

O talento venceu o esforço?

Pode ser.

Nunca neguei o talento de Lewis Hamilton.

Meus questionamentos estavam sobre outras coisas.

Distrações e afins.

Coisas que podem destruir um piloto.

Há precedentes.

Interessante.

Justamente num ano de transição da Fórmula 1, o inglês alcança seu segundo
título.

Transição?

Mudança de motores,  a chegada da Honda, o adeus de Button e o movimento
de Vettel e Alonso.

Lewis alcançou 11 vitórias.

Um terço de suas conquistas na categoria máxima do automobilismo.

Numa única temporada.

Tinha um foguete nas mãos.

Sim

Repito.

Porém sem um piloto capaz, de nada adianta.

E ainda continuo achando que sua maior vitória foi domar a embriaguez dos
flashes existentes nos bastidores do paddock.

lembrando que ele tem mais um ano pela frente na equipe prata.

Sem pressa para renovar para além de 2015.

Por que?

A proposta da Ferrari está na gaveta.

E a tentação de enfrentar Sebastian Vettel em igualdade de condições (e salários),
a partir de 2016, é grande demais.

Raikkonen é um plano B.

Ou nem isso, se não mostrar nada.

Atenção.

Pois se Hamilton continuar na Mercedes e (o dispendioso) Kimi falhar, como fez
nesta temporada, teremos uma vaga aberta na Scuderia Italiana.

Por fim.

Nico Rosberg.

Se os carros estivessem trocados, teríamos um novo campeão mundial.

A sorte também acompanha os campeões.

Não há mal ou demérito em dizer isso.

O filho de Keke não precisa provar mais nada a ninguém.

E como disse em outro post, independente do nome, o título terminou em boas
mãos.





sexta-feira, 21 de novembro de 2014

As Sete Conquistas de Vettel















































Sebastian Vettel.

A trajetória meteórica deste piloto alemão é impressionante.

E o que mais surpreende é que a cada temporada há uma evolução.

Um novo patamar.

Defino como conquistas.

São sete vitórias dentro da Fórmula 1.

Vem comigo.

A primeira se dá na BMW Sauber.

Voltamos ao ano de 2006.

Estreia de Vettel na categoria máxima do automobilismo.

O sonho de qualquer piloto.

Na época, o mais jovem de todos os tempos.

Simbólico.

Inaugurando uma nova era

A segunda conquista acontece na Toro Rosso.

Depois de ganhar a vaga do americano Scott Speed.

Vettel cruzou em primeiro lugar no Templo de Monza.

A vitória na Itália com motor Ferrari, a primeira da carreira, marcaria o
piloto para sempre.

Dissipando qualquer dúvida e o levando direto para a titularidade no time
principal: a Red Bull.

E a terceira, a quarta, a quinta e a sexta conquistas viriam justamente ali.

Claro.

Falo dos quatro títulos mundiais.

Vettel assumiu o papel de protagonista e não deu em nenhum momento
espaço para que Mark Webber ou qualquer outro membro da escuderia
do energético tivesse qualquer dúvida sobre isso.

Reinou absoluto durante quatro temporadas.

E a sétima?

O que seria depois de um ano em que (olhando a pontuação do campeonato)
seu companheiro o derrotou de forma tão clara?

A sétima conquista se chama Ferrari.

Vettel controla toda a sua carreira.

Não possui empresário.

Sabe bem o que quer.

Principalmente onde quer chegar.

O sonho de defender a Scuderia Italiana estava claro.

A realização deste casamento é a conquista.

Só defende o time vermelho aquele que prova ser grande.

Digo sobre aqueles que assumem a posição de primeiro piloto.

Da estrela.

É uma linhagem diferente.

Do exterminador Michael Schumacher.

Do determinado e talentoso Fernando Alonso.

Para chegar lá, com esse tratamento, é preciso ser provado.

É necessário ter mostrado certo valores.

Qualidades.

E Sebastian Vettel entra pela porta da frente de Maranello.

Um feito.

Por ser o sonho de dez entre dez pilotos.

Ou você acha que Felipe |Massa e Rubens Barrichello suportariam tantas
humilhações para continuar lá se fosse outra equipe qualquer?

A Fórmula 1 não existe sem a Ferrari.

E nos próximos anos é Vettel quem vai mandar na Scuderia.

Grande conquista.

A sétima.

E, por ser o resultado da soma de todas as outras, quem sabe a maior de
todas.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Rascunho Insônia






















O que falta dizer sobre a Caterham?

Sim.

O britânico Will Stevens vai se arrastar ao lado de Kamui Kobayashi no deserto.

E depois?

Teremos um amanhã?

O time em meados de outubro já havia concluído quase toda a ideia do chassi
para 2015.

Na hora de transformar o design elaborado em uma peça concreta o mundo
desabou.

A justiça confiscou os equipamentos necessários para a construção.

Assim a equipe utilizou máquinas antigas para iniciar os trabalhos.

Tudo muito precário.

Faltou até matéria-prima.

Faltou dinheiro.

E não havia pessoas suficientes.

Foi pensada uma solução.

A de usar o modelo desta temporada.

Mas o motor do ano que vem é diferente.

(Foi feito um pedido para utilizar a versão 2014. Recusado pela FIA)

Assim como o novo bico, pelas novas regras da categoria.

Como fazer testes aerodinâmicos e os de colisão (crash test)?

Oficialmente a Caterham diz que existem interessados em comprar a escuderia.

Um pacote de problemas.

Pelas perspectivas de investimentos no Futebol, a CEPSA deve estar dando
adeus a sua parceria com a Toro Rosso.

O pesadelo de Niki Lauda é que haja algum problema mecânico com o líder
do campeonato em Abu Dhabi.

Quem fez uma boa observação sobre o assunto foi Timo Glock.

"Se o carro do inglês falhar (e Rosberg vencer), essa história de pontos dobrados
não fará diferença."

Por fim.

Uma imagem exclusiva.

Com um zoom altíssima resolução.

O sono tranquilo de Hamilton em Abu Dhabi.


Chaparral




Impressionante o novo conceito do Chaparral criado pela Chevrolet.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Rascunho Camomila



















Os italianos se preparando em Abu Dhabi.

A última do ano.

Na Caterham ainda existe a dúvida sobre quem será o companheiro de Kamui
Kobayashi.

Com a desistência de Jolyon Palmer, Will Stevens e Max Chilton se tornaram
favoritos para ocupar o cockpit vago.

Interessante notar o regulamento.

Você sabia que cada equipe só pode usar quatro pilotos em corridas por temporada?

Como a Caterham já utilizou três (Kobayashi, Marcus Ericsson e Andre Lotterer)
só pode trazer mais um nome diferente.

Depois que Ericsson se desligou do time e Lotterer recusou o convite, a escuderia
se viu obrigada a contar com os serviços de Kamui.

Parece que Will Stevens estará no carro no primeiro treino livre.

Depois Max Chilton assume o comando para o restante dos preparativos e para
a prova.

Isso é o mais provável que aconteça nesse saco de gatos.

Lembrando duas coisas.

Que o piloto libanês Khalil Beschir foi contactado.

E que o holandês Robin Frijns desistiu por conta da falta de dinheiro.

Estou curioso para ver a turma que cuidará dos trabalhos nos boxes da equipe.

Pois a reclamação com a falta de pagamentos no time verde é geral.

Carlos Sainz Jr. foi escalado para os testes da Red Bull na semana que vem.

Como você já leu por aqui, o espanhol depende da petrolífera CEPSA para
a vaga na Toro Rosso.

Mesmo assim parece que a tribo dos energéticos quer manter o rapaz sob
suas asas.

Force India, Sauber e Lotus pressionam.

E as ameaças podem render.

Na Mercedes as mensagens indicam calma.

Muita calma.

Para um certo piloto, OK?

Por fim.

Não se fazem mais Safety Cars como antigamente!


Propaganda


Bem bolada!