sexta-feira, 21 de novembro de 2014

As Sete Conquistas de Vettel















































Sebastian Vettel.

A trajetória meteórica deste piloto alemão é impressionante.

E o que mais surpreende é que a cada temporada há uma evolução.

Um novo patamar.

Defino como conquistas.

São sete vitórias dentro da Fórmula 1.

Vem comigo.

A primeira se dá na BMW Sauber.

Voltamos ao ano de 2006.

Estreia de Vettel na categoria máxima do automobilismo.

O sonho de qualquer piloto.

Na época, o mais jovem de todos os tempos.

Simbólico.

Inaugurando uma nova era

A segunda conquista acontece na Toro Rosso.

Depois de ganhar a vaga do americano Scott Speed.

Vettel cruzou em primeiro lugar no Templo de Monza.

A vitória na Itália com motor Ferrari, a primeira da carreira, marcaria o
piloto para sempre.

Dissipando qualquer dúvida e o levando direto para a titularidade no time
principal: a Red Bull.

E a terceira, a quarta, a quinta e a sexta conquistas viriam justamente ali.

Claro.

Falo dos quatro títulos mundiais.

Vettel assumiu o papel de protagonista e não deu em nenhum momento
espaço para que Mark Webber ou qualquer outro membro da escuderia
do energético tivesse qualquer dúvida sobre isso.

Reinou absoluto durante quatro temporadas.

E a sétima?

O que seria depois de um ano em que (olhando a pontuação do campeonato)
seu companheiro o derrotou de forma tão clara?

A sétima conquista se chama Ferrari.

Vettel controla toda a sua carreira.

Não possui empresário.

Sabe bem o que quer.

Principalmente onde quer chegar.

O sonho de defender a Scuderia Italiana estava claro.

A realização deste casamento é a conquista.

Só defende o time vermelho aquele que prova ser grande.

Digo sobre aqueles que assumem a posição de primeiro piloto.

Da estrela.

É uma linhagem diferente.

Do exterminador Michael Schumacher.

Do determinado e talentoso Fernando Alonso.

Para chegar lá, com esse tratamento, é preciso ser provado.

É necessário ter mostrado certo valores.

Qualidades.

E Sebastian Vettel entra pela porta da frente de Maranello.

Um feito.

Por ser o sonho de dez entre dez pilotos.

Ou você acha que Felipe |Massa e Rubens Barrichello suportariam tantas
humilhações para continuar lá se fosse outra equipe qualquer?

A Fórmula 1 não existe sem a Ferrari.

E nos próximos anos é Vettel quem vai mandar na Scuderia.

Grande conquista.

A sétima.

E, por ser o resultado da soma de todas as outras, quem sabe a maior de
todas.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Rascunho Insônia






















O que falta dizer sobre a Caterham?

Sim.

O britânico Will Stevens vai se arrastar ao lado de Kamui Kobayashi no deserto.

E depois?

Teremos um amanhã?

O time em meados de outubro já havia concluído quase toda a ideia do chassi
para 2015.

Na hora de transformar o design elaborado em uma peça concreta o mundo
desabou.

A justiça confiscou os equipamentos necessários para a construção.

Assim a equipe utilizou máquinas antigas para iniciar os trabalhos.

Tudo muito precário.

Faltou até matéria-prima.

Faltou dinheiro.

E não havia pessoas suficientes.

Foi pensada uma solução.

A de usar o modelo desta temporada.

Mas o motor do ano que vem é diferente.

(Foi feito um pedido para utilizar a versão 2014. Recusado pela FIA)

Assim como o novo bico, pelas novas regras da categoria.

Como fazer testes aerodinâmicos e os de colisão (crash test)?

Oficialmente a Caterham diz que existem interessados em comprar a escuderia.

Um pacote de problemas.

Pelas perspectivas de investimentos no Futebol, a CEPSA deve estar dando
adeus a sua parceria com a Toro Rosso.

O pesadelo de Niki Lauda é que haja algum problema mecânico com o líder
do campeonato em Abu Dhabi.

Quem fez uma boa observação sobre o assunto foi Timo Glock.

"Se o carro do inglês falhar (e Rosberg vencer), essa história de pontos dobrados
não fará diferença."

Por fim.

Uma imagem exclusiva.

Com um zoom altíssima resolução.

O sono tranquilo de Hamilton em Abu Dhabi.


Chaparral




Impressionante o novo conceito do Chaparral criado pela Chevrolet.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Rascunho Camomila



















Os italianos se preparando em Abu Dhabi.

A última do ano.

Na Caterham ainda existe a dúvida sobre quem será o companheiro de Kamui
Kobayashi.

Com a desistência de Jolyon Palmer, Will Stevens e Max Chilton se tornaram
favoritos para ocupar o cockpit vago.

Interessante notar o regulamento.

Você sabia que cada equipe só pode usar quatro pilotos em corridas por temporada?

Como a Caterham já utilizou três (Kobayashi, Marcus Ericsson e Andre Lotterer)
só pode trazer mais um nome diferente.

Depois que Ericsson se desligou do time e Lotterer recusou o convite, a escuderia
se viu obrigada a contar com os serviços de Kamui.

Parece que Will Stevens estará no carro no primeiro treino livre.

Depois Max Chilton assume o comando para o restante dos preparativos e para
a prova.

Isso é o mais provável que aconteça nesse saco de gatos.

Lembrando duas coisas.

Que o piloto libanês Khalil Beschir foi contactado.

E que o holandês Robin Frijns desistiu por conta da falta de dinheiro.

Estou curioso para ver a turma que cuidará dos trabalhos nos boxes da equipe.

Pois a reclamação com a falta de pagamentos no time verde é geral.

Carlos Sainz Jr. foi escalado para os testes da Red Bull na semana que vem.

Como você já leu por aqui, o espanhol depende da petrolífera CEPSA para
a vaga na Toro Rosso.

Mesmo assim parece que a tribo dos energéticos quer manter o rapaz sob
suas asas.

Force India, Sauber e Lotus pressionam.

E as ameaças podem render.

Na Mercedes as mensagens indicam calma.

Muita calma.

Para um certo piloto, OK?

Por fim.

Não se fazem mais Safety Cars como antigamente!


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Bem bolada!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Um ou Outro























O ano de 2014 está passando rápido.

Já estamos na última etapa da temporada.

Em Abu-Dhabi conheceremos o campeão.

E independente de quem conseguir a façanha da conquista do título
penso que a taça estará em boas mãos.

Lewis Hamilton e Nico Rosberg foram absolutos.

Conduziram seus foguetes de prata de modo que não houve espaço para
disputa fora da Mercedes.

Na maioria das vezes os adversário apenas assitiram (ou nem isso) um
dos dois disparar na frente e vencer com uma superioridade escandalosa.

Mérito da equipe.

Mas também dos pilotos que domaram suas máquinas.

Diferente da Williams (com Bottas), da Ferrari (com Alonso) e da Red Bull
(com Ricciardo), houve muito equilíbrio entre os titulares da Mercedes.

Poles, vitórias.

Tudo muito próximo.

A diferença?

No excesso de detalhes.

Tudo milimétrico.

Hamilton possui a vantagem.

Porém uma saída de pista, um toque ou um pequeno erro poderá por tudo
a perder.

O campeonato, digo, não o mérito.

Ah sim, e também os 5 milhões de euros extras de premiação que Lewis
combinou por contrato com o time.

Já na segunda-feira o time tenta fechar um novo acordo com o inglês.

Hamilton pelo acordo atual vai receber 25 milhões euros em 2015.

Sua proposta de renovação é alta.

Os valores desejados pelo piloto são 30 milhões em 2016, 35 milhões
em 2017 e 40 milhões em 2018.

Tudo em euros.

A Mercedes considera a aposta alta.

Muito por culpa de Nico Rosberg.

A performance (impressionante) do alemão coloca em dúvida se é
necessário pagar tanto para manter Lewis.

Sim.

Até nas tintas e papéis os dois pilotos se esbarram e dificultam os
planos um do outro.

Isso que é rivalidade!


Sochi


Não é todo dia que temos imagens assim!

Imola
























De moto na Itália.

domingo, 16 de novembro de 2014