quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Fuji Can-Am




























Imagens da Can-Am do outro lado do mundo.

Japão.

Fuji International Speedway.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Fittipaldi em Teste
























Rara?

Emerson Fittipaldi testando a McLaren em Paul Ricard.

1973.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Williams na Indy




























Imagens da tentativa de transformar um projeto da Fórmula 1 num vencedor nas
pistas dos Estados Unidos.

Foi o visionário Bobby Hillin quem comprou os planos do Williams FW07 e o
adaptou para as regras da Indy.

Sendo que o próprio Patrick Head supervisionou a construção.

O resultado foi o Longhorn Cosworth pilotado por Al Unser nas 500 milhas de 
Indianápolis de 1981.

Nenhum resultado marcante, mas vale a história pela interação entre as duas
categorias tão distantes nos nossos dias.

Compare.

























A Ferrari, uns anos depois disso, também olhou para o outro lado do Atlântico.

Clique aqui para lembrar.

O fim do Longhorn?

Parece que foi adaptado para a Can-Am e um tempo atrás apareceu sendo
vendido em um site por aí.

Merecia estar num museu, não?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

sábado, 3 de dezembro de 2016

Auf Wiedersehen














































Eu vou embora.

Nico Rosberg se retira de forma surpreendente após a conquista de seu título
mundial.

Sai por cima.

Campeão, colecionador de pole positions e vitórias.

Com mais de 100 milhões de euros na conta.

Ele comunicou sua decisão por telefone para Toto Wolff.

Após o evento na sede da Petronas em que estiveram juntos.

Por sua vez, Wolff levou Niki Lauda até o banheiro do aeroporto de
Stuttgart e revelou a nova.

Lauda ficou desorientado.

O antigo tricampeão espera que Nico não se arrependa da decisão quando
as coisas esfriarem

Rosberg era uma referência na Mercedes.

E na vida isso tem suma importância.

Assim como a casa, a esposa, o trabalho, o carro e os filhos.

São coisas que nos cercam e nos dão limites.

A escuderia alemã vai sentir sua falta depois de tantos anos de mútua
cooperação.

Mas é impressionante como o tempo cura essas coisas.

Existe agora uma intensa especulação sobre quem irá substituir o
dono do título mundial.

O comando da Mercedes, segundo suas próprias palavras, descartou Max
Verstappen, Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel por estarem sob contrato.

(entretanto, nesses novos tempos, a Ferrari negocia qualquer coisa)

Esteban Ocon também não é o nome por estar bem na Force India.

Os espanhóis sonham com um convite para Fernando Alonso.

Vozes mais ponderadas dizem que o favorito é Valtteri Bottas.

Piloto que tem sua carreira gerenciada por uma empresa da qual Wolff
é sócio.

Um pensamento.

Olhando as possibilidades, acho que um piloto noviço estaria em maus lençóis.

Pois seria sempre comparado com a atual campeão e ainda teria como
parâmetro o perigoso Lewis Hamilton.

Neste caso, o segundo cockpit das flechas de prata poderia se transformar
numa verdadeira cadeira elétrica para a carreira.

Imagine (se a Mercedes mantiver seu domínio) vermos Hamilton levando o
campeonato já em Spa-Francorchamps!

Encontrar um sucessor para o vitorioso é muito complicado.

Por exemplo.

Até hoje todos os pilotos da Scuderia italiana são medidos por Michael Schumacher.

(como se Schumacher fosse uma pessoa e não uma tempestade perfeita)

Buscando sempre seus interesses, Bernie Ecclestone quer ver o circo pegar
fogo.

Sua sugestão é repetir o duelo ocorrido na McLaren anos atrás entre Alonso e
Hamilton.

De qualquer forma a decisão não deverá demorar.

Pois 2017 está logo ali.

Em pouco mais de duas semanas já se iniciam os crash-tests, sendo que a Sauber 
será a primeira equipe a passar por eles.

Pelos comentários, a Mercedes quer comemorar as festividades de Natal com seus
titulares definidos.

E aí?

Alguém arrisca um palpite?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Beverly Hills 90210





Mais um pedaço da história dos Motordromes americanos.

As fotos mostram a Beverly Hills Speedway.

Toda construída em madeira.

Foi mais um projeto de Jack Prince.

O mesmo que idealizou o motordrome de Playa del Rey.

Clique aqui .

A diferença é que em Beverly Hills o dinheiro para a construção veio do cinema.

Parte da indústria do entretenimento em conjunto com alguns atores bancaram a
ideia.

Inaugurada em 1919, a pista só perdia em popularidade para Indianápolis.

Cerca de 80.000 pessoas lotavam as arquibancadas durante as provas realizadas
ali.

Com carros passando com velocidade média acima dos 180 km/h, o show estava
garantido.

Havia também corridas de motos.

A coisa durou 4 anos.

Mas aí a terra valorizou muito e veio a especulação imobiliária.

O circuito acabou mudando para Culver City.

Ficando vizinho ao estúdio da MGM (aquele do leão).

As imagens de Culver estão aí embaixo.




As corridas em Culver City começaram em 24 de fevereiro de 1924.

Algumas foram  até transmitidas por rádio tamanho era o interesse do
povo.

Entretanto, apesar do sucesso, depois de apenas 3 anos Los Angeles
perderia seu Motordrome para sempre.

Os estúdios de cinema reivindicaram a área para suas construções.

Uma parte da história do automobilismo americano praticamente esquecida.

Quem sabe não aparece um filme sobre as lendárias Board Tracks para
reparar o malfeito...

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Clipping



























Testes e Toques

A temporada de 2016 acabou.

Mas Ferrari, Red Bull e Mercedes foram para a pista de Abu Dhabi para
o último teste com os pneus que serão usados na próxima temporada.

A Scuderia Italiana rodou com Kimi Raikkonen.

O time do energético levou sua dupla titular e colocou Daniel Ricciardo e
Max Verstappen no futurístico circuito.

A Mercedes tinha programado seu ensaio com Lewis Hamilton.

Entretanto o piloto inglês não deu nem meia dúzia de voltas e entregou a
flecha de prata para Pascal Wehrlein (que estava de plantão).

Foi alegado uma indisposição.

No mesmo instante, Nico Rosberg estava na Malásia numa ação promocional
com a Petronas.

Descumprimento das ordens da equipe e a perda do título mundial ainda ecoam
nos noticiários.

Toto Wolff se preocupa com o precedente aberto.

Se Hamilton deixou de lado o interesse da Mercedes (preocupada em vencer a prova),
Rosberg poderia fazer o mesmo no futuro.

E seguir o planejamento tem sido motivo dos sucessos da escuderia alemã até aqui.

Que tipo de consequência isso trará só o tempo poderá dizer.

Sombra

Olhando de fora, Zak Brown (novo comandante da McLaren) deixa claro que
Hamilton pode voltar quando quiser.

Brasil

Parece que os apaixonados podem se programar.

Interlagos deverá receber a Fórmula 1 em 2017.

Brasil II

Monisha Kaltenborn diz estar procurando um companheiro para Marcus Ericsson
em 2017.

(desde que não pontue, ou então será demitido)

Felipe Nasr procura uma vaga.

De titular ou reserva.

Pois a prioridade é permanecer na categoria máxima do automobilismo.

Pode ser (eu disse pode ser) que os ventos acabem favorecendo o brasileiro.

Quebra-cabeça.

Stephen Fitzpatrick está negociando a venda da Manor para Tavo Hellmund.

Hellmund, que foi responsável pela entrada de Austin e a volta do México ao
calendário da Fórmula 1, possui ligações estreitas com Bernie Ecclestone.

Um dos pilotos da Manor deverá ser Esteban Gutierrez.

A outra vaga estaria entre Rio Haryanto (com dinheiro) e Nasr (sem tanto dinheiro).

No caso, diferente da Force India, Bernie teria mais voz na decisão.

Como o chefe apoia Nasr abertamente, poderíamos ter aí uma oportunidade de
titularidade para o brasileiro.

Pode ser (eu disse pode ser).

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O Melhor Rosberg




























Sempre achei Rosberg um grande piloto.

Defendi.

Entendia que havia algo superior no seu destino.

Os que acompanham o Blog há mais tempo sabem muito bem disso.

Entretanto veio Austin 2015.

Num ato de extrema submissão, Nico entregou o campeonato ali.

Sem luta.

Parecia o fim.

Acreditei ter me enganado redondamente.

O menino que nasceu para ser campeão não passaria de um escudeiro.

Mas a etapa dos Estados Unidos foi na verdade um divisor de águas.

E Nico iniciaria a partir dali uma quebra nos conceitos da Fórmula 1.

Coisa rara.

Vi uma quando Ayrton Senna desembarcou no circo e obrigou todos
os outros pilotos a buscarem seus limites.

E testemunhei outra no momento em que a continuidade foi provada e
estabelecida pela Ferrari na Era Schumacher.

Rosberg depois de tantos anos mostrou para o mundo que um piloto
pode evoluir.

Aprender com seus erros.

Se fortalecer.

Minar e destruir seu adversário nos detalhes.

Não se engane.

Lewis Hamilton não teve qualquer chance de vencer o campeonato em
2016.

O filho de Keke dosou as forças e soube construir uma vitória absoluta.

Se quisesse poderia brigar pela bandeirada em Austin, México e Abu Dhabi.

Mas o risco combina melhor com o desespero.

Não era o caso.

Ou havia razão para tentar se matar no dilúvio de Interlagos?

Se nem mesmo pela televisão conseguíamos ver os bólidos?

O objetivo estava traçado.

Nico sabia que tinha a máquina para alcançá-lo.

Altos e baixos acontecem.

Como bem lembrou Montovani ao falar dos 4 pontos perdidos na Alemanha
por minúcias das regras.

Hamilton tentou.

Inclusive artifícios.

Fora de si, destruiu um aposento do motorhome em Baku.

Também chegou a ameaçar deixar a Mercedes depois da etapa espanhola.

Toto Wolff não se abalou e deixou Pascal Wehrlein de sobreaviso para o caso
de uma eventual substituição.

Lewis recuou.

Rosberg, a formiga incansável, desta vez, não poderia ser esmagada.

Nico rasgou o convite da Sociedade Secreta dos Segundos Pilotos e se tornou
uma persona non grata na nobre instituição.

Clique aqui

Ele não deixou que um rótulo de vice fosse colocado sobre sua carreira.

Isso mudou tudo.

Principalmente sua vida.

Pois um título abre todas as portas.

Cinco anos atrás, a Ferrari o queria para o lugar de Felipe Massa.

Agora campeão, ele pode substituir Sebastian Vettel no comando
da Scuderia Italiana no futuro.

Quero dizer que ele pode escolher.

Pois propostas não irão faltar.

Um piloto cordato para com seu time.

Cheio de trabalho, foco e determinação.

Temos um novo campeão.

Um piloto que ainda não revelou todas as suas armas.

Inteligente.

Esforçado.

Dedicado.

Que faz o que é preciso.

Necessário.

Com perfeição.

Parabéns Rosberg!

Numa geração fantástica que conta com Fernando Alonso, Lewis Hamilton
e Sebastian Vettel você derrotou todos na maior categoria do automobilismo.

E, hoje, você é fácil o melhor piloto da Fórmula 1.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Ilustre

















































Bom dia petrolheads!

As 24 horas de Le Mans na visão de Guy Allen.