domingo, 26 de fevereiro de 2012

Nascar




















Este aí em cima é o Daytona International Speedway.

A imagem impressiona.

As curvas chegam a ter 31 graus de elevação.

Nos anos 50, quando a coisa foi construída, era o máximo que o asfalto segurava
sem desmanchar.

É uma das pistas mais longas da Nascar.

As provas da categoria americana são bem estranhas.

Quase tudo é permitido.

Um festival de empurrões e acidentes.

Se aproxima muito de um Destruction Derby.

Muitas vezes a sorte define o vencedor.

E o público americano adora isso.

Desde a época dos motordromes.

A história ajuda a entender a razão do formato.

Em 1979, na primeira transmissão ao vivo da Nascar, houve um acidente nas últimas
voltas com os líderes.

As pessoas vibraram em suas casas.

Depois disso a popularidade do troço explodiu.

Audiência, dinheiro...

Quem quer mudar?

O show deve continuar!

10 comentários:

Secastro disse...

Na minha opinião o automobilismo americano é mais um show/negócio do que um esporte. Bandeiras amarelas fazem sentido nos ovais, mas para que nos mistos? Para evitar a necessidade de investimentos nos circuitos, já que a grande maioria são particulares, então não é necessário área de escape, guindastes, gruas nem uma organização decente (vide corridas de F-Indy em circuitos de rua). Além do mais, ajuda a misturar tudo e dar várias relargadas, transformando as corridas num cassino. Com todo o respeito, alguns carros são muito bonitos, mas não tenho muito saco para assistir.

E.Martins disse...

Corrida em Oval só dá pra ver as últimas 5 voltas. Quem viu isso viu tudo.
E pra o pessoal que curte rFactor:
http://www.youtube.com/watch?v=WKXgKxeqrC0&feature=g-upl&context=G2eb226eAUAAAAAAAAAA
Meu primeiro upload, só um teste, mas tah valendo!

Marques disse...

Discordo Corradi. As corridas da Nascar são muito interessantes e cheias de reviravoltas. Acidentes grandes, os chamados "Big Ones" são comuns apenas nas pistas de Daytona e Talladega. As demais as corridas são decididas no conjunto carro/piloto. Aliás o piloto tem enorme importância visto que os carros (apesar de serem os mais seguros do automobilismo) não possuem telemetria e qualquer mudança de acerto tem de vir do que o piloto sente ao dirigir. A Fórmula 1 é minha categoria preferida mas gosto das corridas da Nascar também. Questão de gosto mesmo.

Um abraço!

Al Unser Jr. disse...

Talladega é maior... tem 2.66 milhas, contra as 2.5 milhas de Daytona.

ALEX disse...

eu curto a Nascar, mais ainda a Indy! e até corrida de carrinho de rolimã..rssss

Humberto Corradi disse...

Não disse que não gosto da Nascar.

Coloquei apenas alguns fatos históricos que ajudam a entender o formato da categoria.

Valeu

politicamente_incorreto disse...

O Corradi não disse que não gostava da Nascar, mas eu digo que não gostar é pouco para definir o que eu sinto em relaçao aquele carrossel perigoso e veloz.
Chato, repetitivo, sem graça além dos carros serem umas barcas feias prá cacete. A maioria dos pilotos são caipiras xenófobos e racistas, é comum ver a bandeira confederada estampada nas banheiras.
O público é composto pelo americano médio, que pesa em média mais de dez arrobas e vai nesses lugares para comer e beber como um ogro. As disputas são parelhas porque os carros são parecidos e tecnologicamente atrasados - para mim o lado bom da categoria - depois são mais de duzentos pit stops, trezentas bandeiras amarelas, 50 safety car e os pilotos são especialistas em ficar rodando como piões nesse autorama ultra big size. Outro atrativo à parte é o sistema de pontuação, o americano adora superlativos e o critério de pontuação distribui pontos até para aniversariantes do dia, no final o campeão acumula quase um trilhão de pontos.
A F-1 adotou a sua rídicula pontuação atual visando exatamente o público americano que não vê graça alguma em um campeão com por exemplo 80 pontos.....

Bem já detonei bastante a Nascar por hoje, e quero deixar claro que é apenas a minha opinião, parabéns para quem gosta. Sem traumas.


Rubem Rodriguez Gonzalez

Fabiani C Gargioni #27 disse...

Com certeza Rubem,mas a "NASCAR" é muito mais automobilismo do que a própria F1,que a cada 3 minutos passa um carro e para haver uma ultrapassagem só se o da frente bater ou quebrar,haja saco ver F1 do final do anos 80 para cá,e como já disseram aí em cima, na nascar o piloto ainda vale mais que telemetria,é a minha opinião,parabéns para quem gosta.Sem traumas!!!

politicamente_incorreto disse...

Fabiani, respeito a opinião de todos. Não estou comparando a Nascar com a F-1, até porque a F-1 atual é de um ridículo sem parâmetro. São simuladores on board com acessoramento de uma legião de tecnicos e engenheiros. totalmente artificial e previsível, apesar da profusão de falsas ultrapassagens. A F-1 já era como automobilismo.

Só que esse beco sem saída da F-1na minha opinião não muda a condição de automobilismo de terceira da NASCAR, uma ficou ruim porque apostou na pasteurização, aerodinamica e eletronica até para passar as marchas. virou um negócio sem graça aonde um regulamento ridiculo engessa tudo.
A outra é tosca e também sem graça, em que pese a seu favor de ser uma categoria mais mecanica/piloto. Mas os circuitos e o formato é de lascar também.

Na minha opinião particular o melhor do automobilismo já passou, não pelas máquinas pois elas inexoravelmente evoluiriam de qualquer maneira, mas exatamente pelo homem e sua infinita capacidade de acabar com qualquer evento ou competição pela profissionalização desmedida e a mania de achar que tudo tem que dar lucro e uma escalada de custos sem parâmetros, no final perdemos todos.

Rubem Rodriguez Gonzalez

Humberto Corradi disse...

Al Unser Jr.

Grato pela correção.

Valeu